Política
ALMT realiza Congresso Internacional de Segurança de Fronteiras com participação de autoridades nacionais e internacionais
Política
A Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) realiza, nos dias 17 e 18 de setembro, o 1º Congresso Internacional de Segurança de Fronteiras das Assembleias Legislativas, uma iniciativa inédita promovida pela Comissão de Segurança Pública e Comunitária da ALMT, presidida pelo deputado estadual Elizeu Nascimento (PL). O evento será realizado no Teatro Zulmira Canavarros, em Cuiabá, com início às 9h da manhã desta quarta-feira (17), e é aberto à comunidade.
O congresso reunirá autoridades nacionais e internacionais, parlamentares, especialistas e representantes das forças de segurança para debater os principais desafios relacionados à segurança nas regiões de fronteira do Brasil. A programação inclui painéis temáticos sobre tráfico de drogas e pessoas, atuação de organizações criminosas, proteção de grupos vulneráveis e integração entre os poderes no combate à criminalidade transfronteiriça.
Programação – A abertura oficial contará com a presença do secretário de Segurança Pública de Mato Grosso, coronel PM César Augusto de Camargo Roveri, que fará a palestra magna. Também estão confirmadas participações de representantes da Polícia Militar, Gefron-MT, Ministério da Justiça, além de autoridades do Paraguai, Rondônia, Mato Grosso do Sul e do Departamento de Operações de Fronteira (DOF).
Na quinta-feira (18), o congresso segue com palestras e painéis que abordarão temas como o “Novo Cangaço”, tráfico internacional, Direito Penal do Inimigo e questões ambientais ligadas à segurança de fronteira. Entre os palestrantes estão o deputado federal e ex-comandante-geral da PM-MT, coronel Jonildo Assis, senadores como Wellington Fagundes (PL), e representantes do Exército, Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal, Judiciário e Ministério Público.
Ao final do evento haverá a assinatura de uma ata conjunta entre as assembleias legislativas participantes e a elaboração de uma carta oficial com proposições voltadas ao fortalecimento das ações de segurança nas fronteiras, que será encaminhada ao presidente da República e ao ministro da Justiça e Segurança Pública.
A entrada é gratuita e aberta a participação de toda sociedade, especialmente de estudantes, profissionais da segurança, acadêmicos e todos os interessados em debater soluções para os desafios nas regiões de fronteira.
Fonte: ALMT – MT
Cuiabá
Ilde Taques intensifica articulação para disputar presidência da Câmara de Cuiabá
O vereador Ilde Taques (Podemos) afirmou nesta quinta-feira (16) que continua em articulação para viabilizar sua candidatura à Mesa Diretora da Câmara de Cuiabá. Segundo ele, o momento é de intensificar o diálogo com os demais vereadores, independentemente de posicionamento político, com o objetivo de consolidar apoios até a votação.
Taques ressaltou que o processo depende de construção coletiva e que a definição passa, necessariamente, pela capacidade de articulação dentro da Casa.
“É um processo eleitoral, como todos os outros. Até o dia da eleição, a gente tem que trabalhar o voto. São 27 vereadores; independentemente de base ou posição independente, todos votam. E a gente, até o dia 25, vai continuar trabalhando esse voto dos pares”, afirmou.
Ilde também detalhou a composição da chapa que vem sendo construída, reunindo parlamentares de diferentes partidos. A vereadora Paula Calil (PL) foi convidada para assumir a primeira secretaria, enquanto Eduardo Magalhães (Republicanos) deve ficar com a vice-presidência e Michelly Alencar (União) com a segunda vice-presidência.
“Nós estamos definindo apenas uma vaga de segundo secretário. Hoje nós temos a cabeça de chapa com Ilde, presidente. A vereadora Paula foi convidada para ser primeira secretária. O vereador Eduardo Magalhães, como vice-presidente. E a vereadora Michelly como segunda vice-presidente”, explicou
Ao comentar a possibilidade de mudança no regimento interno que permitiria reeleições consecutivas, o vereador demonstrou preocupação com os impactos para a democracia.
“Isso seria um retrocesso para a Câmara Municipal de Cuiabá. Se isso acontecer, o presidente pode ficar seis anos no poder, se perpetuando. Isso é muito ruim para a democracia e para o cidadão cuiabano. Imaginem só seis anos com o mesmo presidente. Eu não acredito que isso vá acontecer”, concluiu.
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