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TCE-MT capacita servidores em conjunto internacional de melhores práticas para gerenciamento de serviços de TI

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Crédito: Thiago Bergamasco/TCE-MT
Ilustração
Abertura da capacitação sobre o ITIL 4. Clique aqui para ampliar

Servidores do Tribunal de Contas de Mato Grosso (TCE-MT) estão participando de um curso sobre o ITIL 4, conjunto internacional de melhores práticas para gerenciamento de serviços de tecnologia da informação. Promovido pela Secretaria Executiva de Tecnologia da Informação (SETI), o treinamento teve início no último dia 17 e se estende até esta sexta-feria (26).

De acordo com o titular da SETI, Reginaldo Hugo dos Santos, a capacitação impacta diretamente na qualidade do atendimento aos setores e, consequentemente, no serviço prestado à sociedade. “Os servidores terão todo o embasamento teórico sobre como realmente deve ser executado o serviço de TI e de atendimento aos diversos sistemas e infraestrutura que temos no Tribunal”, explicou.

Realizado em parceria com a Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), o curso é ministrado pelo professor Antônio João de Arruda Cebalho, que apresenta conceitos que ajudam os profissionais a identificar rapidamente situações críticas e a adotar soluções eficazes. “O ITIL traz as melhores práticas para os profissionais que atuam na área da tecnologia da informação para que eles possam atuar de uma forma mais ágil.”

A qualificação garante certificação, o que, para o participante Thiago Henrique da Costa Silva valoriza os profissionais, além de elevar o padrão de atuação na instituição. “Toda certificação na área de TI é um diferencial. Para o Tribunal, servidores mais capacitados significam serviços melhores e maior segurança para os usuários”, ressaltou.

Foco em capacitação

 Neste sentido, Reginaldo Hugo adiantou que a SETI está finalizando um novo programa de qualificação, desta vez voltado ao uso de inteligência artificial. O projeto será desenvolvido em parceria com a Escola Superior de Contas e incluirá treinamentos individuais e em grupo sobre a Plataforma Platão, lançada nesta semana pelo TCE-MT.

Desenvolvida para agilizar processos internos, dar mais eficiência à fiscalização e garantir maior segurança no uso de dados públicos, a ferramenta realiza desde tarefas simples do dia a dia até análises complexas que envolvem decisões estratégicas, com impacto direto na gestão pública e na sociedade. Para tanto, a IA do TCE-MT conta com módulos baseados em IA generativa e é destinada exclusivamente para uso do público interno.

Secretaria de Comunicação/TCE-MT
E-mail: [email protected]
Telefone: 3613-7561

Fonte: TCE MT – MT

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Trecho de rodovia mostra desgaste precoce após investimento de R$ 130 milhões

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O presidente do Tribunal de Contas de Mato Grosso (TCE-MT), conselheiro Sérgio Ricardo, deu início, nesta segunda-feira (1), à inspeção na MT-170 após denúncias de que trechos da rodovia, que consumiram milhões de reais em recursos públicos, já estão destruídos menos de um ano após a entrega. A vistoria vai subsidiar uma auditoria para apurar a qualidade da pavimentação, a aplicação dos recursos e a responsabilidade das empresas contratadas.

“As informações que nós temos é que tem um trecho entre Castanheira e Juruena que está totalmente destruído. Só que, como é tudo o mesmo projeto, daqui a pouco toda a rodovia vai estar destruída. A MT 170 virou farelo e ela custou milhões”, afirmou o presidente.

Ao longo dos próximos dias, o presidente e a equipe técnica seguirão por Campo Novo do Parecis, Brasnorte, Juína, Castanheira e Juruena. Além do registro dos pontos críticos de cada lote dos contratos, também serão realizadas reuniões com prefeituras e entidades locais para colher relatos da população.

“Temos recebido muita reclamação de toda essa região para onde estamos indo. Então, queremos ouvir as pessoas. Todo mundo pode acompanhar nossa caravana, é o Tribunal de Contas com o pé na estrada”, reforçou Sérgio Ricardo.

O presidente explicou ainda que um dos pontos da auditoria é a regularidade do seguro das obras, já que a falta de cobertura pode inviabilizar a garantia para refazer os trechos danificados. “O artigo 618 do Código Civil diz que a empresa tem que garantir a manutenção por cinco anos. Mas, se não tem seguro, não tem como cobrir o estrago.”

A rodovia MT-170, antiga BR-174, foi estadualizada em junho de 2022 para acelerar a pavimentação. A obra se divide em duas frentes: uma de pavimentação nova, entre Castanheira e Colniza, e outra de recuperação, do entroncamento com a BR-364 até Castanheira, passando por Brasnorte e Juína.

Em um dos trechos mais críticos, executados pela empresa MT-Sul, foram pagos cerca de R$ 130 milhões, conforme levantamento preliminar do Tribunal. “É um trecho em que a MT-Sul já recebeu R$ 130 milhões e a estrada está totalmente destruída em um ano”, ressaltou Sérgio Ricardo.

Na última semana, lideranças da Região Noroeste denunciaram ao presidente que a má qualidade da via tem gerado prejuízos ao escoamento da produção, ao transporte de pacientes e à segurança dos motoristas.

Diante do cenário, foram convocadas para prestar esclarecimentos no TCE-MT as quatro empresas responsáveis pela execução (MT-Sul, Guache, Cavalca e Agrimat), além da Consol, que foi contratada pelo Governo do Estado para fiscalizar as demais.

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