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Fórum em Sergipe discute caminhos para ampliar economia criativa

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Um fórum em Sergipe discute os caminhos para ampliar a economia criativa, um setor que já emprega mais de sete milhões de pessoas no país e tem grande potencial de expansão.

Nestas terça (7) e quarta (8), a capital Aracaju recebe o Fórum Brasil Criativo-Região Nordeste. A ação faz parte de uma programação de encontros regionais que estão percorrendo as cinco regiões do país. A ideia é construir políticas para o Plano Nacional de Economia Criativa, setor que representa mais 3% do PIB nacional.

No ano em que o filme “O Agente Secreto” levou o cinema nordestino para a cerimônia do Oscar, o fórum da região Nordeste reúne gestores, pesquisadores, empreendedores e agentes culturais, com foco justamente no audiovisual.

Setor cultural

De acordo com a Unesco, o setor cultural é um dos que mais crescem no mundo e responde por mais de 6% da economia mundial. Também é o setor que mais fornece trabalho para jovens e adultos entre 15 e 29 anos.

Fórum

A abertura do Fórum Brasil Criativo-Região Nordeste acontece nesta terça, às 9h15, com a apresentação do grupo “A Chegança Santa Cruz de Itabaiana”, uma tradição centenária da cultura sergipana, com teatro, música e dança, encenando batalhas navais entre mouros e cristãos.

Ao longo dos dois dias de encontro, ocorrem oficinas onde serão debatidos temas sobre o audiovisual como vetor de desenvolvimento, sustentabilidade dos negócios, participação social, além de modelos de financiamento e leis de incentivo.

A abertura, na Universidade Tiradentes, em Aracaju, será transmitida pelo Ministério da Cultura no YouTube.


Fonte: EBC Cultura

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Festival em Londrina celebra a figura do palhaço

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A cidade de Londrina, na região nordeste do Paraná, recebe um divertido festival que celebra a figura do palhaço, principal atração do circo e símbolo do riso. É a 6ª edição do Encontro de Palhaçaria Rolé 2026, com espetáculos, oficinas e intercâmbios culturais. O evento vai até o próximo domingo (24).

No Brasil, essa tradicional arte foi consagrada por grandes nomes, como o Palhaço Carequinha, primeiro ator circense a fazer sucesso na televisão brasileira, e Benjamin de Oliveira, o primeiro palhaço negro brasileiro, que revolucionou o circo no país. 

O Encontro de Palhaçaria Rolé 2026 acontece em diferentes pontos de Londrina, como a Vila Trolé, na região oeste, a Concha Acústica, no Centro, e em escolas municipais dos distritos de São Luiz, Maravilha, Guaravera e Warta.

O produtor executivo do Festival, Gerson Bernardes, fala sobre a origem do evento.

“O Rolé surge da vontade, nós palhaços e palhaças aqui da cidade, surge da vontade de fazer um encontro, um grande momento de encontro entre artistas, a linguagem da palhaçaria, mas também um encontro com o público e uma linguagem tão popular que a palhaçaria, a comédia, o circo, claro, né?”

Entre os grupos de destaque presentes no encontro estão o Palhaço Gambiarra, de Pernambuco, o Palhaço Loro, de Curitiba, e a Cia. Os Palhaços de Rua, da própria cidade de Londrina.

Gerson Bernardes destaca a variedade de estilos e companhias presentes no evento.

“São dois da cidade de Londrina, dois do nosso estado do Paraná, vindo de Curitiba, e quatro espetáculos vindos de fora do estado. Um espetáculo vindo do interior de Pernambuco, com o Palhaço Gambiarra; um espetáculo vindo de Anápolis, Goiás, a Cia. Boca do Lixo; um espetáculo vindo de Macaé, no Rio de Janeiro, a Cia. Chirulico; um espetáculo vindo de São Paulo, capital, com As Rainhas do Radiador. O destaque que eu faço para a programação é que é uma programação bastante diversa, trazendo muitas formas de linguagem da palhaçaria”.

Além das apresentações, o evento conta com oficinas que ensinam técnicas de palhaçaria, improviso e criação coletiva. Outra atração são intercâmbios entre os artistas participantes e outras pessoas interessadas na linguagem da palhaçaria, para troca de ideias.

O produtor reforça ainda a conexão e a contribuição que um espetáculo de palhaços gera no público que assiste.

“A gente acredita muito nas linguagens artísticas como forma de aproximar pessoas e a linguagem da palhaçaria é uma linguagem muito potente para encurtar caminhos entre as pessoas. Ela se baseia na comédia, no bom humor, se baseia na verdade dessas pessoas que estão se apresentando. Se baseia nessa conexão humana. Quem assiste bons espetáculos de palhaçaria com certeza sai revigorado e sai de uma maneira mais conectada à nossa humanidade”.

A expectativa desta edição do Rolé é que o evento deve mobilizar cerca de três mil pessoas diretamente e 60 mil indiretamente, além de 80 participantes nas atividades formativas. Todas as atrações são gratuitas!

 


Fonte: EBC Cultura

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