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Pedófilo que abusou da filha bebê, gravou em vídeo e vendeu na dark web é morto pela PF em Cuiabá

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A Polícia Federal deflagrou, neste sábado (9), em Cuiabá/MT, Várzea Grande/MT e Aracaju/SE, a Operação Berço Seguro, com o objetivo de combater crimes cibernéticos relacionados ao abuso sexual de crianças e adolescentes.

Na ação, foram cumpridos dois mandados de busca e apreensão e um mandado de prisão temporária contra investigado suspeito de abusar sexualmente de sua filha, uma bebê de apenas 11 meses de idade. As investigações apontaram que, além da prática dos abusos, o indivíduo registrava os atos em vídeos, os quais eram disponibilizados e comercializados na internet, inclusive em ambientes restritos da chamada dark web.

As apurações indicam, ainda, que esta não teria sido a primeira vítima do investigado. Há indícios de abusos praticados anteriormente contra a filha mais velha de sua companheira, circunstância que reforça a gravidade dos fatos investigados.

Durante o cumprimento do mandado em Cuiabá, houve reação por parte do investigado contra a equipe policial. Na intervenção, o suspeito foi atingido, recebeu imediato atendimento médico, mas não resistiu.

A operação integra o esforço permanente da Polícia Federal no enfrentamento aos crimes de exploração sexual infantojuvenil, graves violações à dignidade e aos direitos fundamentais de crianças e adolescentes.

A Polícia Federal reforça a importância da prevenção, da vigilância no ambiente digital e da comunicação imediata às autoridades competentes diante de qualquer suspeita de violência ou exploração sexual envolvendo menores.

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Bando é alvo da PC por aplicar ‘golpe espiritual’ e causar prejuízo de mais de R$ 300 mil em idoso

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A Polícia Civil deflagrou a Operação Hipnose Financeira, dando cumprimento a sete ordens judiciais, expedidas pelo Núcleo de Justiça 4.0 do Juiz das Garantias de Sinop, em desfavor de investigadas por envolvimento em um esquema de estelionato praticado contra um idoso de 71 anos, em Lucas do Rio Verde. A operação foi desencadeada nessa sexta-feira (8), no município.

Conforme apurado nas investigações, conduzidas Delegacia de Polícia de Lucas do Rio Verde, apontaram que a vítima sofreu prejuízo financeiro superior a R$ 300 mil ao longo de meses, mediante manipulação emocional e promessas relacionadas a supostos rituais espirituais.

Nas investigações, foi possível observar que o caso teve início após familiares perceberem comportamento incomum da vítima, que passou a realizar sucessivas transferências bancárias via pix para contas de terceiros desconhecidos. A situação chamou a atenção após o idoso tentar obter empréstimos bancários e passar a solicitar dinheiro emprestado a familiares, vizinhos e amigos.

Segundo as investigações, a vítima teria conhecido uma das suspeitas em um supermercado da cidade, ocasião em que a mulher afirmou que ele estaria acometido por uma doença grave. Após esse contato, iniciou-se uma relação de influência psicológica e emocional, na qual eram exigidos pagamentos sob a justificativa de realização de “trabalhos espirituais” e rituais religiosos destinados à suposta cura da enfermidade.

Conforme depoimentos colhidos durante a investigação, a vítima apresentava sinais de forte abalo emocional e isolamento familiar. Familiares relataram receio de que o idoso estivesse sofrendo ameaças psicológicas ou pressão emocional constante. Há, ainda, registros de cobranças insistentes por novos valores, incluindo solicitação recente de R$ 15 mil para continuidade dos supostos “trabalhos espirituais”.

As investigações também apontaram indícios de atuação interestadual das investigadas, com registros de ocorrências semelhantes em outras cidades de Mato Grosso, envolvendo vítimas vulneráveis e prejuízos expressivos. Segundo a representação policial, o grupo possui elevada mobilidade geográfica, estando em constante deslocamento por diversos estados da federação, circunstância que dificultava sua localização e a aplicação da lei penal.

Diante dos elementos reunidos no inquérito policial, foram representadas judicialmente e deferidas medidas cautelares, dentre elas mandados de busca e apreensão, quebra de sigilo telefônico e telemático, além da indisponibilidade de bens e valores das investigadas.

A operação teve como objetivo aprofundar as investigações, preservar elementos probatórios, identificar possíveis novas vítimas e assegurar eventual reparação dos prejuízos causados.

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