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Defesa Civil emite alerta amarelo para Cuiabá e reforça orientações de segurança à população

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Cuiabá

A Defesa Civil de Cuiabá mantém atenção redobrada diante do alerta meteorológico de nível amarelo válido para a capital. O aviso indica chuvas de até 30 milímetros por hora ou 50 milímetros ao longo do dia, acompanhadas de ventos entre 40 e 60 quilômetros por hora. Embora o cenário seja de menor severidade, a recomendação é de cautela, sobretudo em razão do solo encharcado e da possibilidade de precipitações concentradas em curto período.

De acordo com o secretário municipal de Defesa Civil, coronel bombeiro militar Alessandro Borges, o alerta laranja, que prevê chuvas e ventos mais intensos, “passa próximo à capital, mas não atinge o município diretamente no momento”. Ainda assim, o monitoramento segue contínuo. “É fundamental que a população receba informações precisas e confiáveis, evitando alarmismos e combatendo conteúdos imprecisos que circulam nas redes”, destacou o secretário.

O cenário atual dialoga com o que foi observado em episódios recentes de chuva em Cuiabá. Em 28 de janeiro, por exemplo, equipes da Defesa Civil atuaram preventivamente em áreas historicamente sensíveis e acompanharam de perto a elevação do nível de córregos como Barbado, Canivete, Gumitá e o da região do Tijucal, que escoaram de forma tranquila, sem transbordamentos. Em vias de grande circulação, como as avenidas Beira Rio e do CPA, houve retenções pontuais de água, dissipadas rapidamente após a diminuição da intensidade da chuva, resultado, segundo a Defesa Civil, do escoamento mais eficiente em locais com manutenção regular.

Apesar de não haver registro de ocorrências graves nos canais oficiais (193, do Corpo de Bombeiros, e 199, da Defesa Civil), o órgão reforça que o período chuvoso exige vigilância permanente. Chuvas intensas e concentradas, comuns nesta época, aumentam os riscos de alagamentos, enxurradas e elevação súbita de córregos, especialmente em áreas baixas e próximas a cursos d’água.

Orientações essenciais à população

A Defesa Civil destaca que a prevenção é a principal aliada para reduzir riscos e proteger vidas durante as precipitações. As recomendações incluem:

Evitar transitar por áreas alagadas e não tentar atravessar vias com correnteza;

Manter distância de córregos e observar sinais de risco, como aumento rápido do nível da água;

Redobrar a atenção no trânsito, reduzindo a velocidade e evitando vias conhecidas por acumular água;

Nunca se abrigar debaixo de árvores durante ventos fortes;

Acionar imediatamente os canais oficiais em caso de emergência: 193 (Corpo de Bombeiros) ou 199 (Defesa Civil). WhatsApp da Defesa Civil de Cuiabá (plantão 24h): ( 65) 992444018

Como medida preventiva adicional, a população pode se cadastrar gratuitamente para receber alertas meteorológicos diretamente no celular: por SMS, enviando o CEP para 40199, ou pelo WhatsApp, adicionando o contato (61) 20344611.

A Defesa Civil segue em campo, com equipes técnicas monitorando áreas críticas e o tráfego urbano. Relatórios técnicos também são elaborados para orientar ações de manutenção preventiva. Em meio ao período chuvoso, a mensagem central permanece clara: informação de qualidade, atenção às orientações e resposta rápida são fundamentais para atravessar os dias de chuva com segurança.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Cuiabá

Comerciantes impulsionam economia no Festival da Pamonha na Comunidade Rio dos Peixes

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Com foco nos comerciantes da região, o 7º Festival da Pamonha da Comunidade Rio dos Peixes segue movimentando a economia local e fortalecendo a agricultura familiar. Realizado às margens da MT-251, o evento reúne produtores e trabalhadores que encontram na tradição do milho uma importante fonte de renda e visibilidade.

Presidente da Associação dos Pamonheiros e à frente da organização desde a primeira edição, Katia Maraiki Schroeder destaca o crescimento contínuo do festival e o impacto direto para quem vive da produção. “Esse evento é muito importante para nós. A cada ano o sucesso é maior. Aumentou a quantidade de milho e de produtores. Começamos com nove e hoje já são 14, e só cresce”, informou.

A diversidade de produtos também chama atenção e amplia as oportunidades de venda ao longo dos dias de evento.

“Hoje tem uma variedade muito grande: licor de milho, bolinho frito, picolé de pamonha, cural, milho cozido e bolo. A cada ano aumenta mais. E os preços são acessíveis, entre R$ 10 e R$ 15, para todo mundo poder consumir”, disse Katia.

Além das tradicionais pamonhas doces, salgadas e recheadas, o público encontra variedade de produtos derivados do milho ao longo do festival. Entre eles estão cural, milho cozido, bolos, doces e até licor de milho, reforçando a diversidade gastronômica e a identidade cultural da região.

A expectativa de público também reforça o potencial econômico para os comerciantes. “A gente calcula entre 4 mil e 5 mil pessoas por dia, porque aqui é rota de passagem. Muita gente para, consome e segue viagem. Isso movimenta bastante.”

Na ponta da venda, quem também sente esse impacto é o comerciante Léo Rodriguez, que trabalha em uma das pamonharias participantes e destaca os produtos mais procurados.

“A nossa especialidade é o caldo de quenga, que é um prato típico, mas também temos pamonha doce e salgada, cural, bolo de milho e sopa paraguaia. O que mais sai é a pamonha e o caldo”, contou.

Com opções variadas, os preços seguem uma média acessível, o que ajuda a atrair consumidores. Para além das vendas, Léo reforça o papel social do festival na geração de renda para trabalhadores da comunidade.

“Ajuda muito, principalmente quem trabalha de forma informal. É uma renda extra, um complemento. Além disso, o pessoal divulga o próprio trabalho, que já é tradição. Isso aqui alimenta muitas famílias”, comentou.

Com apoio institucional da Prefeitura de Cuiabá e presença do prefeito Abilio Brunini na abertura, o festival segue até o dia 21 de abril, consolidando-se como um dos principais eventos gastronômicos e culturais da região.

Segundo o secretário municipal de Agricultura e Trabalho, Vicente Falcão, o festival vai além da valorização cultural e tem impacto direto na economia, ao envolver centenas de trabalhadores e movimentar toda a cadeia produtiva do milho, da produção à comercialização.

“Isso impacta diretamente na economia. São cerca de 300 pessoas trabalhando no evento, desde a produção até as barracas. É um ciclo completo, da terra ao balcão, que gera renda, fortalece a agricultura familiar, garante alimento de qualidade e ainda fecha com sustentabilidade, reaproveitando os resíduos na própria produção”, pontuou.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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