Várzea Grande
Prefeitura de Várzea Grande e banco Itaú se reúnem e definem atendimento a servidores municipais
Várzea Grande
A Prefeitura de Várzea Grande e o Itaú Unibanco, vencedor do último processo licitatório que passará a ser responsável por processar a folha de pagamento dos servidores públicos municipais do executivo, do Departamento de Água e Esgoto (DAE) e do Instituto Seguridade Social dos Servidores Municipais de Várzea Grande (Previvag), em caráter de exclusividade, bem como créditos consignados aos servidores, sem exclusividade, além de pagamento de fornecedores.
A agência bancária já depositou os R$ 20.300.010,00 (Vinte milhões, trezentos mil e dez reais) para gerir as contas do município. Conforme o extrato de contrato, a vigência do acordo contratual é de 60 meses, podendo este ser renovado pelo mesmo período.
A prefeita por Várzea Grande, Flávia Moretti (PL), revelou que será implantada uma unidade móvel do Itaú, em frente ao Paço Municipal, para que os servidores possam tirar dúvidas e receber atendimentos necessários. “Estamos buscando comodidade e maiores condições aos nossos servidores para abertura de conta e ter o melhor atendimento possível, inclusive também terá unidade móvel para atender os servidores que trabalham nas áreas rurais do município”, conta a prefeita.
A secretária municipal de Administração, Jaqueline Favetti, declara que o Itaú ofereceu também as melhores condições e menores taxas. “Esse contrato foi firmado visando transparência, modernização e economia. Sendo assim, mais um benefício para os servidores municipais e para a gestão. A nova contratação mostrou que haverá redução de custos nos pagamentos, receita extra ao Município, tarifas menores, melhores atendimentos e melhores taxas nos empréstimos consignados. Estamos nos organizando para que no início do ano de 2026 já estaremos com Itaú”, declara Favetti.
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Agentes comunitários de Várzea Grande reforçam atuação no combate à hanseníase
Os agentes comunitários de saúde de Várzea Grande estão no centro de uma estratégia que busca transformar a realidade de uma das doenças mais antigas ainda presentes no Brasil: a hanseníase. Mais de 80 profissionais participaram, nesta semana, de dois dias de capacitação realizados na Assembleia Legislativa de Mato Grosso, dentro de um projeto piloto idealizado pela Frente Parlamentar de Enfrentamento à Hanseníase.
A iniciativa, presidida pelo deputado estadual Dr. João (MDB), marca o início de uma mobilização que pretende alcançar os 142 municípios de Mato Grosso. Durante o encontro, os participantes receberam treinamento para fortalecer a identificação precoce da doença, ampliar a busca ativa de casos e contribuir para a redução da transmissão.
Segundo o parlamentar, a proposta é estruturar uma rede de profissionais preparados para atuar diretamente nos territórios. “Este é o pontapé inicial para colocarmos em prática a capacitação de todos os profissionais de saúde. Vamos percorrer os municípios, qualificar as equipes, intensificar a busca ativa, realizar diagnósticos e garantir o tratamento, com o objetivo de tirar Mato Grosso dessa triste liderança em casos de hanseníase”, afirmou.
Para quem atua diretamente nas comunidades, o conhecimento adquirido representa mais segurança no atendimento. A agente comunitária Mariazinha da Silva, da unidade do bairro Vila Arthur, destacou a importância da qualificação. “A capacitação é essencial para quem está na ponta, em contato direto com a população. Ela amplia o conhecimento, melhora a identificação precoce dos casos, qualifica a orientação aos pacientes e ajuda a reduzir o preconceito que ainda existe sobre a doença”, relatou.
De acordo com ela, momentos como esse também fortalecem o trabalho em equipe e ampliam a capacidade de acolhimento e acompanhamento dos pacientes.
A enfermeira responsável técnica pela linha de cuidado em hanseníase no município, Adriana Matos, reforçou o papel estratégico dos agentes comunitários. “Essa capacitação é um divisor de águas. O agente está dentro das casas, conhece o território e a rotina das famílias. Ao identificar uma mancha suspeita ou perda de sensibilidade, ganhamos tempo precioso. O diagnóstico precoce não é apenas sobre curar, mas sobre evitar sequelas irreversíveis e interromper a cadeia de transmissão”, destacou.
A coordenadora da Vigilância Epidemiológica da Secretaria de Estado de Saúde (SES), Janaína Pauli, ressaltou que o enfrentamento da doença depende da atuação integrada entre instituições e do vínculo com a população. “Mato Grosso é considerado endêmico porque realiza busca ativa dos casos. Além do estigma, um dos grandes desafios é o abandono do tratamento. Por isso, é fundamental que os agentes de saúde sejam essa ponte, sensibilizando pacientes que muitas vezes permanecem em casa por vergonha de procurar atendimento”, explicou.
TRATAMENTO PELO SUS – A hanseníase tem tratamento gratuito e cura, disponíveis pelo Sistema Único de Saúde (SUS). A qualificação dos agentes comunitários reforça a importância do diagnóstico precoce e do acompanhamento adequado, fundamentais para interromper a cadeia de transmissão e garantir mais qualidade de vida aos pacientes.
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