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Bairro de Nazaré já recebe fiéis para o Círio 2025

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Fiéis e visitantes movimentam a Praça Santuário, no bairro de Nazaré, em Belém, com momentos de devoção, emoção e fé.

Devotos e turistas foram até o local para amarrar fitinhas de promessas na grade da Basílica, uma tradição de fé que ultrapassa gerações ao longo do tempo. Os pedidos marcam a expectativa para viver a grande festa que acontece neste domingo (12), em homenagem à Nossa Senhora de Nazaré.

A estudante Luciane Silva conta que sempre recebeu respostas em relação aos seus pedidos para a santa.

“A minha relação com as fitinhas sempre foi muito importante, desde criancinha. A gente ia no Círio, ali no Lirio Mimoso, comprava, fazia promessas. Desde criancinha minha família me ensinou essa tradição que é comum e que abrange todas as pessoas que gostam do Círio, né? Então, todo ano eu compro a fitinha, quando arrebenta na verdade, e aí refaço os pedidos e sempre dá certo. Graças a Deus, a Nazinha sempre honrou todos os meus pedidos.”

Outras atitudes são pedidos e agradecimentos em forma de objetos esculpidos em gesso, como casas, parte do corpo humano que foram curadas e pessoas que foram protegidas. Já as fitas do Círio, assim como em várias procissões no Brasil, são símbolo de fé e tradição, aproximando os fiéis à Nossa Senhora de Nazaré.

A agrônoma Luana Costa fala da sua experiência:

“Normalmente, eu sempre fiz pedidos. Mesmo com a idade que vai se passando, a gente acaba saindo um pouco desse mundo um pouco lúdico, mas ainda assim, sempre quando vai amarrar, sempre rola um pedido sim.  A fé sempre se faz presente nesse momento e a gente não deixa de acreditar que na verdade o pedido é um material que reafirme a tua fé, ele representa aquilo que tu acredita, ele representa os teus mistérios de fé mesmo. Então acaba que quem usa sempre consegue identificar.” 


Fonte: EBC Cultura

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Muito além da loira fatal: mostra celebra 100 anos de Marilyn Monroe

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No dia 1º de junho, um dos grandes ícones da era de ouro de Hollywood completaria 100 anos: a atriz estadunidense Marilyn Monroe. Para marcar a data, o Museu da Imagem e do Som (MIS) de São Paulo apresenta a “Mostra Marilyn Monroe 100 anos” com a exibição de doze filmes estrelados pela artista.

Marilyn se consagrou no imaginário da cultura pop como a loira fatal. Mesmo quem não assistiu ao filme “O Pecado Mora ao Lado”, dirigido por Billy Wilder, deve conhecer a famosa cena da loira com o vestido branco esvoaçante na grade do metrô.

Julgada à época pela aparência, numa indústria dominada por homens, a atriz teve uma carreira de 15 anos entre o primeiro e último filme não finalizado. Ela morreu aos 36 anos, em agosto de 1962, vítima de uma overdose de remédios.


Retrato
Retrato

Retrato “Marilyn”, serigrafia de Andy Warhol.

Nascida Norma Jeane Mortenson na cidade de Los Angeles, ela passou a infância entre orfanatos e lares adotivos, começou a carreira como modelo e adotou Marilyn Monroe como nome artístico.

Alçada à fama em filmes como “Os Homens Preferem as Loiras”, e “Quanto Mais Quente Melhor”, além de “O Pecado Mora ao Lado”, Marilyn queria ser vista para além dos estereótipos que interpretava. Ela foi pioneira ao ser uma das primeiras mulheres a criar uma produtora de filmes em 1954 para ter mais controle da própria carreira.

Com a vida privada espetacularizada, o talento de Marilyn Monroe muitas vezes foi reduzido à imagem de ícone frágil e trágico. Nesta semana, o público tem a chance de fazer uma imersão na filmografia da atriz, na mostra que acontece no Museu da Imagem e do Som na capital paulista.

A curadoria, feita por André Sturm, deu destaque a trabalhos menos conhecidos estrelados por Marilyn: do primeiro papel com fala da atriz, no filme “Idade Perigosa”, ao primeiro papel de protagonista em “Mentira salvadora”. Tem ainda “Só a mulher peca”, drama noir de Fritz Lang, “O rio das almas perdidas” de Otto Preminger e dois longas de John Huston “O segredo das joias” e “Os desajustados”.

A mostra segue até o próximo domingo (7) e os ingressos custam entre R$ 3 e R$ 6. Detalhes da programação no site do MIS e, quem visitar o local, também pode conferir a última sessão de fotos de Marilyn Monroe, feitas numa entrevista para a revista Life na casa da atriz pelo fotógrafo Allan Grant. Muitas das fotografias da sessão, não publicadas na revista, chegam ao público pela primeira vez.


Fonte: EBC Cultura

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