Cultura

Filme Malês tem exibição de pré-estreia em Belém nesta terça-feira

Publicado em

Cultura

Após passagem por vários festivais de cinema e exibições especiais em cidades como Brasília e Rio de Janeiro, o filme Malês, do diretor e ator Antônio Pitanga, terá pré-estreia em Belém, Pará, nesta terça-feira (16). A sessão acontece às 19h30, no Cine Líbero, e contará com a presença do cineasta. Os ingressos serão vendidos uma hora antes do início da sessão na bilheteria do cinema. Baseado em fatos históricos, o filme retrata a Revolta dos Malês, o maior levante organizado por pessoas escravizadas da história do Brasil, que ocorreu em 1835, em Salvador, na Bahia.

No centro da história, a atriz Samira Carvalho, interpreta uma jovem mulher muçulmana que é arrancada de sua terra natal na África, no dia do seu casamento. Ela e o noivo são trazidos como escravos para o Brasil e se envolvem com a insurreição. Encabeçada por africanos muçulmanos, chamados de malês, a rebelião aconteceu no final do Ramadã, o mês sagrado islâmico. Após o fracasso da revolta, os manifestantes foram duramente punidos e a repressão contra os negros no Brasil aumentou.

O filme também apresenta ao público nomes reais dos envolvidos na rebelião, entre eles, Pacífico Licutan, interpretado pelo próprio Antônio Pitanga. Licutan foi um dos líderes do levante. Ele reforçava a importância da participação de diferentes tribos e religiões para o sucesso da revolta e o fim da escravidão. Malês estreia em circuito comercial dos cinemas no próximo dia 2 de outubro.


Fonte: EBC Cultura

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

Cultura

Janis Joplin é homenageada em exposição no Museu da Imagem e do Som-SP

Publicados

em

Ícone da contracultura hippie e dona de uma das maiores vozes do rock, Janis Joplin é homenageada em uma exposição que começou nesta quinta-feira no Museu da Imagem e do Som, em São Paulo. São mais de trezentos itens originais da cantora e compositora estadunidense, entre cartas, fotografias, figurinos e discos. 

Janis Joplin teria completado 83 anos em janeiro. Ela morreu em outubro de 1970, aos 27 anos, e se consagrou como uma das grandes vozes do rock, além de ter uma presença de palco eletrizante. 

Na mostra, o público pode ver fotos, livros e discos de músicos de blues que influenciaram a artista, além de cartas, desenhos criados por ela, acessórios e roupas  – objetos que estavam guardados desde a morte da cantora e são exibidos pela primeira vez.  O diretor-geral do MIS e curador da exposição, André Sturm, explicou a ideia de dividir a exposição por sentimentos. Para ele as emoções eram intensas, por isso escolheu este lado mais potente: o amor, a felicidade, a tristeza, a liberdade…

A intensidade da voz rasgada pode ser ouvida em trechos de músicas disponíveis na mostra e também no vídeo exibido em uma tela enorme  com um trecho da apresentação no Festival de Monterey Pop em 67, um ponto de virada na carreira de Janis Joplin. 

Uma das salas é dedicada à vinda de Janis ao Brasil: em fevereiro de 1970, meses antes de morrer, ela desembarcou no Rio de Janeiro, em pleno carnaval, conheceu Alcione e Serguei, deu canjas em boates e foi fotografada nas praias cariocas. 

Chris Flannery foi consultor da exposição, e fez a ponte entre o museu e a família da cantora. Ele conta que a mostra traz a essência do estilo boho-chic de Janis e vai além

“Eu acho que nos manuscritos, nos desenhos dela, você vai ver um lado dela que as pessoas não conheciam: ela era uma artista. Então tem um espaço com a arte dela aqui. Então agora você tem a chance de começar a entender quem foi essa mulher. E tem muitos detalhes, muitas coisas da história dela e foi feito um ótimo trabalho de capturar a essência de quem ela foi como musicista”.


Foto da Expo Janis Joplin
Foto da Expo Janis Joplin

Entre os anos de 1966 e 1970, Janis Joplin gravou quatro discos: dois como vocalista da banda Big Brother and the Holding Company e dois em carreira solo. O último deles, “Pearl”, foi lançado em janeiro de 1971, três meses depois da morte da cantora.

Janis Joplin foi livre à sua própria maneira e, além da importância na música, também representou um símbolo de liberdade para as mulheres ao não se encaixar em papéis sociais estabelecidos. 

A exposição “Janis” fica em cartaz no MIS até o mês de julho, e os ingressos podem ser comprados no site do museu. Às terças-feiras, a entrada é gratuita.


Fonte: EBC Cultura

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

POLÍTICA

POLÍCIA

ESPORTES

ENTRETENIMENTO

MAIS LIDAS DA SEMANA