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Pixinguinha e Lupicínio Rodrigues são oficialmente patronos da MPB

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O carioca Pixinguinha e o gaúcho Lupicínio Rodrigues são oficialmente patronos da Música Popular Brasileira. A lei que oficializa a homenagem foi sancionada nesta sexta-feira pelo presidente Lula. O título de patrono é dado a brasileiros mortos há pelo menos 10 anos que se destacaram por excepcional contribuição ou especial dedicação a um segmento, neste caso, a música.

Alfredo da Rocha Vianna Filho, mais conhecido pelo apelido Pixinguinha, nasceu no Rio de Janeiro em 4 de maio de 1897 e foi um dos pioneiros do chorinho, gênero tradicional que surgiu no Brasil. Maestro, arranjador, flautista e saxofonista, Pixinguinha uniu as influências do jazz estadunidense com ritmos afro-brasileiros e teve um papel fundamental ao abrasileirar as orquestrações. Fez parte do grupo “Os Oito Batutas”, foi arranjador da gravadora RCA Victor e compôs melodias com arranjos sofisticados, como Carinhoso.

O segundo homenageado como patrono da MPB, Lupicínio Rodrigues, nasceu em Porto Alegre em 16 de setembro de 1914. Ele inventou o estilo conhecido como  “dor-de-cotovelo”, por conta das canções que versavam sobre desilusões amorosas transformadas em pura poesia.


Brasília (DF) 16/09/2024 - O músico brasileiro Lupicínio Rodrigues.
Foto: Agência Câmara de Notícias/Divulgação
Brasília (DF) 16/09/2024 - O músico brasileiro Lupicínio Rodrigues.
Foto: Agência Câmara de Notícias/Divulgação

Nos anos 40, as canções de Lupe já tinham ganhado as grandes vozes do rádio. Compôs também o hino do Grêmio em 53, time de futebol do qual era torcedor. Lupicínio Rodrigues compôs clássicos do samba-canção como “Nervos de Aço”, “Se acaso você chegasse” e “Vingança”.


Fonte: EBC Cultura

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Palco Brasil: Festival reúne grandes nomes da MPB em Fortaleza

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A Caixa Cultural Fortaleza recebe, a partir desta quinta-feira (3), a 3ª edição do Festival Palco Brasil, que reúne grandes nomes da Música Popular Brasileira em uma série de apresentações. Os artistas participantes são Rachel Reis, Sandra Sá, Chico César e Mariana Aydar.

O evento privilegia a diversidade de ritmos, referências e sotaques que fazem parte da música brasileira.

O formato das apresentações é intimista, com destaque para os diferentes momentos das trajetórias dos cantores. Rachel Reis abre o Festival, com o show de Divina Casca, seu segundo álbum de estúdio, além de músicas dos trabalhos Meu Esquema e No Seu Radinho.

Sexta e sábado são os dias de Sandra Sá, considerada uma das grandes vozes brasileiras. Dona de um repertório variado, com sucessos de seus quarenta anos de carreira, como “Bye Bye Tristeza” e “Olhos Coloridos”. ela vai misturar ritmos como MPB, soul, samba e funk.

Na quinta e sexta-feira da semana que vem, quem sobe aos palcos é o cantor Chico César, trazendo músicas do álbum FOFO, o 11º de sua carreira. O artista vai revisitar ainda sucessos de sua trajetória e cantar músicas inéditas, em um show diversificado.

Encerrando o Palco Brasil, no sábado, é a vez de Mariana Aydar, com o show Forrozin. A cantora, compositora e​​ instrumentista apresenta uma celebração da diversidade musical do Nordeste, reunindo forró, xote, maracatu, afoxé, axé e arrocha. O repertório faz referência a importantes nomes, como Dominguinhos e Geraldo Azevedo, e dialoga com momentos da música brasileira.

As apresentações acontecem sempre às 19h, com ingressos a R$ 30. A Caixa Cultural Fortaleza está localizada na Praia de Iracema, no corredor cultural e turístico da capital cearense.


Fonte: EBC Cultura

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