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Desfile de 7 de Setembro terá novo trajeto em Cuiabá e destaque para o civismo nas escolas

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O tradicional desfile cívico-militar de 7 de Setembro, em comemoração à Independência do Brasil, será realizado neste domingo, a partir das 8h, na Avenida Getúlio Vargas, em Cuiabá.

A novidade deste ano é a mudança no sentido do percurso: pela primeira vez, o cortejo terá início na Praça Santos Dumont e seguirá em direção à Praça Alencastro, no centro da Capital.

Participam do evento 25 escolas da rede estadual de ensino, entre elas unidades regulares, escolas militares e cívico-militares, que irão levar para a avenida as suas fanfarras.

Além da rede pública de educação, desfilam também o Exército Brasileiro, a Marinha, as forças policiais, o Corpo de Bombeiros Militar e outras instituições civis e militares.

Segundo o secretário de Estado de Educação, Alan Porto, a presença das escolas no desfile reafirma o compromisso da educação com a cidadania e a valorização dos símbolos nacionais.

“O 7 de Setembro é uma data que reforça o espírito de civismo. Nossos estudantes participando do evento é um exercício de pertencimento e respeito à história do país”, destaca o secretário.

A organização do evento reforça que a alteração no trajeto busca dar mais fluidez ao desfile e melhor acomodação ao público, que tradicionalmente lota a Avenida Getúlio Vargas para acompanhar a solenidade.

O desfile de 7 de Setembro é considerado um dos momentos mais importantes do calendário cívico de Cuiabá, reunindo estudantes, militares e a comunidade em um ato de celebração da história e da cidadania.

Fonte: Governo MT – MT

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Cuiabá

Ilde Taques intensifica articulação para disputar presidência da Câmara de Cuiabá

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O vereador Ilde Taques (Podemos) afirmou nesta quinta-feira (16) que continua em articulação para viabilizar sua candidatura à Mesa Diretora da Câmara de Cuiabá. Segundo ele, o momento é de intensificar o diálogo com os demais vereadores, independentemente de posicionamento político, com o objetivo de consolidar apoios até a votação.

Taques ressaltou que o processo depende de construção coletiva e que a definição passa, necessariamente, pela capacidade de articulação dentro da Casa.

“É um processo eleitoral, como todos os outros. Até o dia da eleição, a gente tem que trabalhar o voto. São 27 vereadores; independentemente de base ou posição independente, todos votam. E a gente, até o dia 25, vai continuar trabalhando esse voto dos pares”, afirmou.

Ilde também detalhou a composição da chapa que vem sendo construída, reunindo parlamentares de diferentes partidos. A vereadora Paula Calil (PL) foi convidada para assumir a primeira secretaria, enquanto Eduardo Magalhães (Republicanos) deve ficar com a vice-presidência e Michelly Alencar (União) com a segunda vice-presidência.

“Nós estamos definindo apenas uma vaga de segundo secretário. Hoje nós temos a cabeça de chapa com Ilde, presidente. A vereadora Paula foi convidada para ser primeira secretária. O vereador Eduardo Magalhães, como vice-presidente. E a vereadora Michelly como segunda vice-presidente”, explicou

Ao comentar a possibilidade de mudança no regimento interno que permitiria reeleições consecutivas, o vereador demonstrou preocupação com os impactos para a democracia.

“Isso seria um retrocesso para a Câmara Municipal de Cuiabá. Se isso acontecer, o presidente pode ficar seis anos no poder, se perpetuando. Isso é muito ruim para a democracia e para o cidadão cuiabano. Imaginem só seis anos com o mesmo presidente. Eu não acredito que isso vá acontecer”, concluiu.

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