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Governo de MT entrega mais uma escola moderna e equipada para atender estudantes mais de mil estudantes

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Com investimento de R$ 7,9 milhões, mais uma reforma e ampliação de escola da Rede Estadual foi entregue, nesta sexta-feira (31), na região do Grande CPA, em Cuiabá. A nova estrutura da Escola Estadual Cívico Militar Profª. Ana Maria do Couto foi inaugurada pelo governador Mauro Mendes e o secretário de Estado de Educação, Alan Porto, e passa a ter capacidade para atender 1.080 estudantes.

Entre as melhorias estão um novo bloco educacional, quadra poliesportiva, vestiários modernos, além de 18 salas de aulas, incluindo laboratório e biblioteca, banheiros com acessibilidade e refeitório.

“Vocês não sabem o prazer que tenho de voltar aqui e ver essa escola com essa estrutura. Estudantes, aproveitem as oportunidades que o Governo está dando para a educação. Estudem e se esforcem que o céu vai ser o limite para os sonhos de vocês”, disse Mauro Mendes.


O secretário de Educação, Alan Porto, destacou que, com essa entrega, a Seduc reafirma seu compromisso com o desenvolvimento educacional e social, garantindo que cada criança e jovem tenha acesso a um ambiente digno, moderno e inspirador para aprender e crescer.

“Hoje é um dia de grande alegria e orgulho para todos nós. Cada detalhe dessa escola foi pensado para oferecer aos nossos alunos o que há de melhor: um ambiente acolhedor, moderno e que estimule o aprendizado”, falou o secretário.

A diretora da unidade, Marta Silva, se emocionou ao agradecer pelo investimento na educação. Segundo ela, a escola é uma segunda casa para os estudantes e essa melhoria marca um novo capítulo.

“Hoje é um dia que ficará marcado na história da nossa escola e no coração de cada um de nós. Ver a nova Escola Ana Maria do Couto pronta, tão bonita, moderna e acolhedora, é a realização de um sonho que foi construído com muito esforço, dedicação e amor à educação”, completou.

Conforme a estudante do 6º ano, Isabela Conceição, essa reforma foi muito desejada e esperada pelos alunos. “Agora, podemos ter aulas de educação física com dignidade e passar nosso recreio mais à vontade”, concluiu a estudante.

Fonte: Governo MT – MT

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Trecho de rodovia mostra desgaste precoce após investimento de R$ 130 milhões

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O presidente do Tribunal de Contas de Mato Grosso (TCE-MT), conselheiro Sérgio Ricardo, deu início, nesta segunda-feira (1), à inspeção na MT-170 após denúncias de que trechos da rodovia, que consumiram milhões de reais em recursos públicos, já estão destruídos menos de um ano após a entrega. A vistoria vai subsidiar uma auditoria para apurar a qualidade da pavimentação, a aplicação dos recursos e a responsabilidade das empresas contratadas.

“As informações que nós temos é que tem um trecho entre Castanheira e Juruena que está totalmente destruído. Só que, como é tudo o mesmo projeto, daqui a pouco toda a rodovia vai estar destruída. A MT 170 virou farelo e ela custou milhões”, afirmou o presidente.

Ao longo dos próximos dias, o presidente e a equipe técnica seguirão por Campo Novo do Parecis, Brasnorte, Juína, Castanheira e Juruena. Além do registro dos pontos críticos de cada lote dos contratos, também serão realizadas reuniões com prefeituras e entidades locais para colher relatos da população.

“Temos recebido muita reclamação de toda essa região para onde estamos indo. Então, queremos ouvir as pessoas. Todo mundo pode acompanhar nossa caravana, é o Tribunal de Contas com o pé na estrada”, reforçou Sérgio Ricardo.

O presidente explicou ainda que um dos pontos da auditoria é a regularidade do seguro das obras, já que a falta de cobertura pode inviabilizar a garantia para refazer os trechos danificados. “O artigo 618 do Código Civil diz que a empresa tem que garantir a manutenção por cinco anos. Mas, se não tem seguro, não tem como cobrir o estrago.”

A rodovia MT-170, antiga BR-174, foi estadualizada em junho de 2022 para acelerar a pavimentação. A obra se divide em duas frentes: uma de pavimentação nova, entre Castanheira e Colniza, e outra de recuperação, do entroncamento com a BR-364 até Castanheira, passando por Brasnorte e Juína.

Em um dos trechos mais críticos, executados pela empresa MT-Sul, foram pagos cerca de R$ 130 milhões, conforme levantamento preliminar do Tribunal. “É um trecho em que a MT-Sul já recebeu R$ 130 milhões e a estrada está totalmente destruída em um ano”, ressaltou Sérgio Ricardo.

Na última semana, lideranças da Região Noroeste denunciaram ao presidente que a má qualidade da via tem gerado prejuízos ao escoamento da produção, ao transporte de pacientes e à segurança dos motoristas.

Diante do cenário, foram convocadas para prestar esclarecimentos no TCE-MT as quatro empresas responsáveis pela execução (MT-Sul, Guache, Cavalca e Agrimat), além da Consol, que foi contratada pelo Governo do Estado para fiscalizar as demais.

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