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Indea conta com novos drones para auxiliar ações de fiscalização e monitoramento

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As atividades de fiscalização e monitoramento de defesa sanitária animal e vegetal desenvolvidas pelo Instituto de Defesa Agropecuária do Estado (Indea) ganharam reforço. Quatro novos drones foram adquiridos pela autarquia e passam nesta semana a auxiliar as ações de desenvolvidas pelos servidores dos municípios de Água Boa, Alta Floresta, Juara e Lucas do Rio Verde.

Desde 2021, quando os drones começaram a ser utilizados pelo Indea, a tecnologia tem se mostrado uma importante aliada no combate a irregularidades. Imagens aéreas captadas pelos equipamentos já possibilitaram a identificação de entradas clandestinas de gado oriundo da Bolívia sem procedência sanitária, descumprimento do vazio sanitário da soja e transporte irregular de agrotóxicos e sementes, entre outras infrações.

O investimento para a aquisição dos novos drones foi de R$ 68 mil, somando-se aos outros nove equipamentos já em operação nas unidades regionais.

“Esses drones proporcionam uma grande melhoria nas atividades, ampliam o nosso campo de visão, otimizam o trabalho e permitem acesso a áreas de difícil alcance sem a necessidade de deslocamento presencial”, destacou o coordenador de Fiscalização e Julgamento de Processos do Indea, Thiago Augusto Tunes.


Na área de defesa vegetal, os drones possibilitam o monitoramento aéreo de grandes propriedades de soja e algodão, auxiliando na fiscalização do vazio sanitário e no uso de agrotóxicos. Já na defesa animal, contribuem para vistorias em propriedades, quantificação de rebanhos, identificação de animais doentes e fiscalização de trânsito de animais.

A expectativa, de acordo com Thiago Tunes, é de que o uso dessa tecnologia seja ampliado para mais unidades do Indea, fazendo com que o raio de observância dos fiscais seja ainda maior e mais otimizada.

Fonte: Governo MT – MT

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Trecho de rodovia mostra desgaste precoce após investimento de R$ 130 milhões

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O presidente do Tribunal de Contas de Mato Grosso (TCE-MT), conselheiro Sérgio Ricardo, deu início, nesta segunda-feira (1), à inspeção na MT-170 após denúncias de que trechos da rodovia, que consumiram milhões de reais em recursos públicos, já estão destruídos menos de um ano após a entrega. A vistoria vai subsidiar uma auditoria para apurar a qualidade da pavimentação, a aplicação dos recursos e a responsabilidade das empresas contratadas.

“As informações que nós temos é que tem um trecho entre Castanheira e Juruena que está totalmente destruído. Só que, como é tudo o mesmo projeto, daqui a pouco toda a rodovia vai estar destruída. A MT 170 virou farelo e ela custou milhões”, afirmou o presidente.

Ao longo dos próximos dias, o presidente e a equipe técnica seguirão por Campo Novo do Parecis, Brasnorte, Juína, Castanheira e Juruena. Além do registro dos pontos críticos de cada lote dos contratos, também serão realizadas reuniões com prefeituras e entidades locais para colher relatos da população.

“Temos recebido muita reclamação de toda essa região para onde estamos indo. Então, queremos ouvir as pessoas. Todo mundo pode acompanhar nossa caravana, é o Tribunal de Contas com o pé na estrada”, reforçou Sérgio Ricardo.

O presidente explicou ainda que um dos pontos da auditoria é a regularidade do seguro das obras, já que a falta de cobertura pode inviabilizar a garantia para refazer os trechos danificados. “O artigo 618 do Código Civil diz que a empresa tem que garantir a manutenção por cinco anos. Mas, se não tem seguro, não tem como cobrir o estrago.”

A rodovia MT-170, antiga BR-174, foi estadualizada em junho de 2022 para acelerar a pavimentação. A obra se divide em duas frentes: uma de pavimentação nova, entre Castanheira e Colniza, e outra de recuperação, do entroncamento com a BR-364 até Castanheira, passando por Brasnorte e Juína.

Em um dos trechos mais críticos, executados pela empresa MT-Sul, foram pagos cerca de R$ 130 milhões, conforme levantamento preliminar do Tribunal. “É um trecho em que a MT-Sul já recebeu R$ 130 milhões e a estrada está totalmente destruída em um ano”, ressaltou Sérgio Ricardo.

Na última semana, lideranças da Região Noroeste denunciaram ao presidente que a má qualidade da via tem gerado prejuízos ao escoamento da produção, ao transporte de pacientes e à segurança dos motoristas.

Diante do cenário, foram convocadas para prestar esclarecimentos no TCE-MT as quatro empresas responsáveis pela execução (MT-Sul, Guache, Cavalca e Agrimat), além da Consol, que foi contratada pelo Governo do Estado para fiscalizar as demais.

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