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Inscrições para curso de Processos de Negócio com ferramenta Bizagi Modeler estão abertas

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A Secretaria de Estado de Planejamento e Gestão (Seplag), por meio da Escola de Governo, está com inscrições abertas para o curso “Introdução à Gestão por Processos de BPM e Introdução à Notação BPMN utilizando Bizagi Modeler”. São oferecidas 200 vagas, destinadas exclusivamente aos servidores públicos do Poder Executivo Estadual.

A capacitação tem como objetivo capacitar os servidores na gestão de processos, padronização de atividades, elaboração do manual técnico de processos e procedimentos dos órgãos, utilizando a ferramenta Bizagi Modeler.

As inscrições são gratuitas, feitas de forma on-line, e estarão disponíveis até o dia 29 de outubro, ou enquanto houver vagas. A capacitação será realizada na modalidade a distância (EaD), entre os dias 3 e 28 de novembro de 2025

O curso está dividido em quatro módulos, com carga horária total de 20 horas-aula. Os participantes que cumprirem os requisitos, como frequência mínima e realização das atividades, receberão certificado de conclusão.

O link de acesso ao curso será enviado antecipadamente para o e-mail e/ou número de WhatsApp informados no momento da inscrição. Por isso, é importante que os interessados mantenham seus dados de contato atualizados no sistema.

Serviço | Introdução à Gestão por Processos de BPM e Introdução à Notação BPMN utilizando Bizagi Modeler
Data: 13 a 28 de novembro
Como Na modalidade EaD pela plataforma Google Classroom
Data da Inscrição: De 20 a 29 de outubro
Outras informações acesse o link.

*Com supervisão de Giordanna Santos

Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

Trecho de rodovia mostra desgaste precoce após investimento de R$ 130 milhões

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O presidente do Tribunal de Contas de Mato Grosso (TCE-MT), conselheiro Sérgio Ricardo, deu início, nesta segunda-feira (1), à inspeção na MT-170 após denúncias de que trechos da rodovia, que consumiram milhões de reais em recursos públicos, já estão destruídos menos de um ano após a entrega. A vistoria vai subsidiar uma auditoria para apurar a qualidade da pavimentação, a aplicação dos recursos e a responsabilidade das empresas contratadas.

“As informações que nós temos é que tem um trecho entre Castanheira e Juruena que está totalmente destruído. Só que, como é tudo o mesmo projeto, daqui a pouco toda a rodovia vai estar destruída. A MT 170 virou farelo e ela custou milhões”, afirmou o presidente.

Ao longo dos próximos dias, o presidente e a equipe técnica seguirão por Campo Novo do Parecis, Brasnorte, Juína, Castanheira e Juruena. Além do registro dos pontos críticos de cada lote dos contratos, também serão realizadas reuniões com prefeituras e entidades locais para colher relatos da população.

“Temos recebido muita reclamação de toda essa região para onde estamos indo. Então, queremos ouvir as pessoas. Todo mundo pode acompanhar nossa caravana, é o Tribunal de Contas com o pé na estrada”, reforçou Sérgio Ricardo.

O presidente explicou ainda que um dos pontos da auditoria é a regularidade do seguro das obras, já que a falta de cobertura pode inviabilizar a garantia para refazer os trechos danificados. “O artigo 618 do Código Civil diz que a empresa tem que garantir a manutenção por cinco anos. Mas, se não tem seguro, não tem como cobrir o estrago.”

A rodovia MT-170, antiga BR-174, foi estadualizada em junho de 2022 para acelerar a pavimentação. A obra se divide em duas frentes: uma de pavimentação nova, entre Castanheira e Colniza, e outra de recuperação, do entroncamento com a BR-364 até Castanheira, passando por Brasnorte e Juína.

Em um dos trechos mais críticos, executados pela empresa MT-Sul, foram pagos cerca de R$ 130 milhões, conforme levantamento preliminar do Tribunal. “É um trecho em que a MT-Sul já recebeu R$ 130 milhões e a estrada está totalmente destruída em um ano”, ressaltou Sérgio Ricardo.

Na última semana, lideranças da Região Noroeste denunciaram ao presidente que a má qualidade da via tem gerado prejuízos ao escoamento da produção, ao transporte de pacientes e à segurança dos motoristas.

Diante do cenário, foram convocadas para prestar esclarecimentos no TCE-MT as quatro empresas responsáveis pela execução (MT-Sul, Guache, Cavalca e Agrimat), além da Consol, que foi contratada pelo Governo do Estado para fiscalizar as demais.

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