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TCE-MT conclui aulas do MBA em Gestão de Cidades com foco em estratégias para cidades inteligentes

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Crédito: Thiago Bergamasco/TCE-MT
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A última aula teve como tema “Gestão Estratégica de Cidades Inteligentes”. Clique aqui para ampliar

Com o tema “Gestão Estratégica de Cidades Inteligentes”, o Tribunal de Contas de Mato Grosso (TCE-MT) concluiu as aulas do MBA em Gestão de Cidades, realizado em parceria com a Fadisp. Compromisso institucional do presidente Sérgio Ricardo, a pós-graduação contou com a participação de mais de mil alunos entre prefeitos, secretários, técnicos e servidores municipais. A certificação será dia 9 de dezembro.

O 24° e último módulo foi ministrado pela arquiteta e urbanista Paola Regina Antonacio Monteiro, presidente da Câmara de Cidades Inteligentes da Associação Comercial, Industrial e de Serviços do Estado de Goiás (ACIEG), que destacou que o tema faz parte de uma agenda global.

“Quando a gente fala de cidades inteligentes, falamos de marcos nacionais e internacionais que mostram como nos inserimos nesse contexto. Toda cidade pode passar por esse processo de transformação, seja centenária ou recente, porque estamos falando de bem-estar e qualidade de vida para a população. E isso todas as cidades querem”, destacou.

Segundo Paola, a tecnologia é um elemento essencial, mas não o único. “Ela foi o início da discussão, pela capacidade de gerar dados. Mas é preciso mudança de paradigma, pensar um planejamento mais estratégico e uma gestão embasada em informações qualificadas”, acrescentou.

Entre os alunos, o sentimento predominante foi de entusiasmo e avanço profissional. Para a servidora da Procuradoria Geral do Município de Cuiabá (PGM), Olivia Andrea Dalla Rosa, o MBA despertou novos interesses e impactou diretamente sua rotina de trabalho.

Crédito: Thiago Bergamasco/TCE-MT
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A aula foi ministrada pela arquiteta e urbanista Paola Regina Antonacio Monteiro. Clique aqui para ampliar

“Os módulos causaram estímulo e curiosidade. Vários temas nos fazem pensar que o futuro já está aí. A inteligência artificial, por exemplo, já faz diferença no meu dia a dia. Passei a usar muito mais, a buscar mais informações e a aplicar isso na Procuradoria, desde mobilidade urbana até o uso de sistemas na administração”, relatou a participante.

Sobre a última aula, Olivia destacou o desafio das cidades históricas. “Cuiabá não foi projetada para o futuro que está vindo. Pensar cidades inteligentes aqui é pensar como acolher as necessidades urbanas em um ambiente tão delicado.”

Para servidores internos, o MBA também reforçou capacidades técnicas essenciais. O assessor de Gabinete do TCE-MT Ilson Fernandes Sanches avaliou que a formação trouxe ferramentas fundamentais para o trabalho de apoio aos municípios. 

“É uma sustentação que precisávamos para entender os novos programas federais e estaduais. Meu trabalho de conclusão foi sobre reforma tributária e isso já gerou resultados concretos, como o encontro técnico e o encontro internacional recentemente realizados. A importância desse curso está no conhecimento agregado, que melhora nossas entregas e propostas”, afirmou Sanches. 

Sob coordenação do procurador-geral de Contas, Alisson Carvalho de Alencar, o curso teve carga horária total de 360 horas. As aulas foram realizadas no auditório da Escola Superior de Contas e transmitidas ao vivo pela TV Contas (canal 30.2) e pelo Canal do TCE-MT no YouTube.

Secretaria de Comunicação/TCE-MT
E-mail: [email protected]
Telefone: 3613-7561

Fonte: TCE MT – MT

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Bussiki apresenta à Câmara empréstimo com juros menores que propostas anteriores

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O secretário municipal de Economia, Marcelo Bussiki, apresentou nesta quarta-feira (15) à Câmara Municipal de Cuiabá os detalhes do empréstimo proposto pela Prefeitura, destacando a economia estimada de R$ 48,78 milhões em comparação a operações anteriores como principal vantagem da nova modelagem financeira.

Enquanto em 2019 o custo total projetado chegava a R$ 252 milhões, a nova modelagem reduz esse valor para aproximadamente R$ 203 milhões, mesmo com montante financiado semelhante. Esse ganho financeiro é o principal argumento levado ao Legislativo.

A apresentação ocorreu no gabinete da presidência da Câmara, sob condução da presidente Paula Calil, reunindo diversos vereadores. Na ocasião, o secretário municipal de Economia, Marcelo Bussiki, detalhou os números e as condições da operação, destacando o caráter competitivo do processo que definiu o Banco Santander como vencedor.

O financiamento proposto é de R$ 111,6 milhões, com prazo de 10 anos e 12 meses de carência, a uma taxa de CDI + 0,86% ao ano, considerada a menor já registrada no país para operações desse tipo em 2026. Segundo a equipe econômica, essa condição só foi possível graças à adesão de Cuiabá ao Plano de Promoção do Equilíbrio Fiscal (PEF), que garantiu o aval da União. Com essa garantia federal, o risco para os bancos diminui, permitindo juros significativamente mais baixos.

Durante a explanação, Bussiki também apresentou comparativos com tentativas anteriores. Em 2024, por exemplo, uma operação chegou a ser aprovada e depois revogada com taxa de CDI + 7% ao ano, ou seja cerca de 88% maior que a atual gestão. Já em 2019, o município contratou crédito com CDI + 5,40%. A diferença evidencia, segundo ele, um “salto de qualidade fiscal” da atual gestão.

Outro ponto ressaltado foi a transparência do processo. Cinco instituições financeiras foram consultadas e participaram de três rodadas de negociação. O Santander manteve a melhor proposta em todas as etapas, superando concorrentes como Caixa e Banco do Brasil.

A gestão municipal defende que o empréstimo é resultado direto do ajuste das contas públicas e não um risco fiscal. Pelo contrário, argumenta que o equilíbrio alcançado permitiu acessar condições mais vantajosas no mercado.

Os recursos, conforme apresentado, serão destinados principalmente a obras de infraestrutura, com destaque para o asfaltamento de 19 bairros de Cuiabá, além de investimentos em saúde e educação. A proposta segue agora em análise na Câmara, onde deve ser debatida antes de eventual aprovação.

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