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Defaz aumenta representações judiciais em 341% e bloqueia mais de R$ 620 milhões em operações em 2025

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A Delegacia Especializada em Crimes Fazendários (Defaz), da Polícia Civil de Mato Grosso, fechou 2025 com 12 operações realizadas, um aumento de 341% nas representações judiciais da delegacia, que passaram de 12 em 2024 para 53 em 2025.

Nessas operações, a Defaz investigou esquemas de fraudes tributárias (Rent a Business), em hortifrutigranjeiros (Hortifraude), em créditos tributários e multas decorrentes de empresas fantasmas (Falsus Granum), em empresas do segmento de combustíveis (Dívida Inflamável), entre outras.

Ao todo, foram bloqueados e sequestrados R$ 625,53 milhões. Somente na última operação do ano, Dívida Inflamável, que investigou uma empresa de combustíveis de Mato Grosso, foram bloqueados R$ 78 milhões.

Além de buscar garantir a recuperação de ativos, intensificar o combate à sonegação fiscal e desmontar esquemas milionários de fraudes, as operações da Especializada também proporcionaram a suspensão de registros de contadores, prisões preventivas e o compartilhamento de provas com órgãos federais e o Ministério Público.

A equipe da Defaz realizou 1.271 intimações, 1.857 relatórios e 578 ordens de serviço em 2025. Além disso, instaurou 50 inquéritos policiais e relatou 115, 74% a mais do que em 2024.

Segundo o delegado Valter de Melo Fonseca Júnior, titular da Defaz, em 2026 a delegacia quer manter o foco nas investigações de blindagem patrimonial.

“Garantindo que recursos desviados retornem ao erário e fortaleçam ainda mais a integração entre órgãos parceiros. Também serão ampliadas as operações conjuntas de fiscalização tributária, verificando o cumprimento das obrigações fiscais e identificando possíveis irregularidades”, afirmou o delegado.

O esperado é que haja aumento na arrecadação de tributos, recuperação de ativos desviados, redução na sonegação de impostos e fortalecimento da transparência e da integridade da gestão pública.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Polícia Civil deflagra segunda fase de operação contra núcleo de facção liderado por mulher

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A Polícia Civil deflagrou, nesta sexta-feira (14), em Cáceres, a Operação Coroa Quebrada II, para cumprir dois mandados de busca e apreensão com o objetivo de apurar os crimes de tráfico de drogas e associação para o tráfico. Durante o cumprimento, um dos alvos acabou preso em flagrante.

As investigações da segunda fase da operação tiveram início a partir da prisão em flagrante de uma mulher, de 45 anos, apontada como integrante operacional de uma facção criminosa em Cáceres, ocorrida no dia 7 de abril, na deflagração da Operação Coroa Quebrada I, que apurou o crime de promover ou constituir organização criminosa.

As investigações apontaram que a suspeita atuava ativamente na comercialização de drogas na cidade e tinha ligação com uma facção criminosa presente em Cáceres, mantendo contato com faccionados conhecidos no meio policial.

Um deles, de 26 anos, é a pessoa responsável pelas cobranças relacionadas ao tráfico de drogas em Cáceres, função conhecida como “recolhe”.

As apurações apontaram, ainda, que quando o filho da suspeita estava preso no Centro de Detenção de Pontes e Lacerda, ele cooptava outros detentos para integrarem na facção criminosa e solicitava a entrega de drogas para revenda dentro da unidade penitenciária.

Diante da investigação, a Policia Civil delegada representou pelos mandados de busca e apreensão nas residências do suspeito responsável pelas cobranças e do filho da suspeita de 45 anos, que foram deferidos pela Justiça.

Na casa do suspeito de 26 anos foram localizados um rifle calibre 7.62 e 42 munições do mesmo calibre. Ele foi preso em flagrante por posse ilegal de arma de fogo de uso restrito.

As investigações continuam para identificar outros integrantes da facção criminosa.

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