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PM apreende integrantes de facção criminosa e resgatam vítimas de “tribunal do crime” em Tangará da Serra

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Policiais militares do 19º Batalhão resgataram, na noite desta segunda-feira (8.12), quatro pessoas mantidas reféns e apreenderam quatro adolescentes por sequestro e cárcere privado, em Tangará da Serra (252 km de Cuiabá). As equipes recolheram três facas e dois rolos de fios elétricos e de cadeiras, utilizados para ameaçar e conter as vítimas.

Durante desdobramento da Operação Tolerância Zero, os policiais militares receberam informações sobre uma briga generalizada em uma residência no bairro Jardim Tanaka e que teriam algumas pessoas amarradas e mantidas reféns pelos suspeitos, que são integrantes de uma facção criminosa.

As equipes rapidamente se deslocaram ao local informado e flagraram dois suspeitos quebrando os aparelhos celulares. Entre as vítimas estavam três homens, sendo dois deles amarrados e uma mulher.

As vítimas relataram que os suspeitos trancaram todas as portas da casa e proferiam ameaças de morte, caso alguém tentasse fugir. A quadrilha realizava ligações para outros membros da facção criminosa.

Uma das vítimas contou ter ouvido que elas seriam levadas para outro endereço ou que teriam um dos dedos cortados pelos denunciados. Os suspeitos, entre 15 e 17 anos, foram identificados e conduzidos à delegacia para registro do boletim de ocorrência.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190, ou disque-denúncia 0800.065.3939

Fonte: PM MT – MT

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MC Mestrão preso por envolvimento com facção é solto neste sábado

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Odanil Gonçalo Nogueira da Costa, conhecido como “MC Mestrão”,  preso no dia 31 de março, suspeito de envolvimento com uma facção criminosa e apologia ao crime em canções, durante a Operação Ruptura CPX, em Cuiabá, ganhou a liberdade neste sábado (11).

Mestrão foi solto no início da tarde e foi recebido do lado de fora do Fórum por parentes e amigos. Com o alvará de soltura na mão, o MC mostrou sorriso no rosto.

Segundo a Polícia Civil, o suspeito interpretava músicas com referências diretas à organização criminosa e citava nas letras práticas ilícitas como os “salves” e golpes de estelionato.

As investigações também apontaram que o investigado mantinha contato com membros de alto escalão da facção e frequentava locais utilizados como pontos de encontro de integrantes do grupo.

Além disso, a polícia identificou indícios de que ele também prestava apoio logístico aos integrantes, incluindo a disponibilização de locais para ocultação de veículos de origem ilícita.

Mesmo liberado, Mestrão continua sendo investigado e deverá cumprir medidas cautelares para continuar com o benefício de soltura.

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