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Polícia Civil cumpre prisão preventiva de sexto envolvido em morte de policial penal em Várzea Grande

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O sexto envolvido na morte do policial penal José Arlindo da Cunha, de 55 anos, teve o mandado de prisão cumprido pela Polícia Civil, nesta segunda-feira (2.2). O suspeito, que participou das agressões praticadas contra o policial, se apresentou na Delegacia Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), ocasião em que teve a ordem judicial cumprida.

O crime ocorreu no dia 22 de novembro de 2025, no bairro Marajoara, em Várzea Grande, motivado por uma discussão anterior que a vítima teria se envolvido durante uma confraternização na residência de outra pessoa.

Após esse fato, várias pessoas foram até a residência em que o policial penal estava, após o chamaram no portão, o atingiram com disparos de arma de fogo, espancaram violentamente com socos, chutes e golpes na região da cabeça com a utilização de capacete.

José Arlindo não resistiu aos ferimentos e morreu no local. Durante a confusão, uma das pessoas que agrediram a vítima foi atingida por disparos de arma de fogo, efetuados pela vítima, em legítima defesa.

O investigado, preso nesta segunda-feira (2) além de ser uma das pessoas que agrediram a vítima, também foi quem socorreu o homem atingido pelo disparo, que também não resistiu e morreu.

Operação Contragolpe

No dia 17 de dezembro, a Delegacia Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) deflagrou a primeira fase da Operação Contragolpe, em que foram cumpridos três mandados de prisão temporária e três de busca e apreensão, contra envolvidos no homicídio do policial penal.

Com a continuidade das investigações, mais dois envolvidos no espancamento foram identificados e a segunda fase da operação foi deflagrada no dia 29 de janeiro. Os dois suspeitos, de 28 e 30 anos, foram presos no bairro Jardim Costa Verde e Jardim Marajoara, ambos em Várzea Grande, respectivamente.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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PM abre procedimento para identificar policiais acusados de estuprar adolescente em MT

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A Polícia Militar de Mato Grosso informou que instaurou procedimento administrativo, por meio da Corregedoria-Geral, para apurar a denúncia de estupro envolvendo dois policiais militares durante uma abordagem em Peixoto de Azevedo (a 674 km de Cuiabá).

O caso veio à tona após uma adolescente de 16 anos relatar ter sido vítima de violência sexual na noite do dia 27 de fevereiro, nas proximidades da Escola 19 de Julho. Segundo o boletim de ocorrência, a jovem afirmou que foi abordada por uma equipe da PM e, posteriormente, levada a um ponto ermo próximo à Unidade de Pronto Atendimento (UPA), onde teriam ocorrido atos de cunho sexual

A denúncia foi registrada como estupro consumado e é investigada pela Polícia Civil. A adolescente declarou que não houve conjunção carnal, o que, conforme a legislação, não altera a tipificação penal do crime.

Em nota, a PMMT afirmou que, ao tomar conhecimento da denúncia, prestou suporte à vítima, encaminhando-a para registro de ocorrência e realização de exame de corpo de delito.

 

A corporação reforçou ainda que não coaduna com qualquer tipo de crime cometido por seus integrantes e que a apuração será conduzida com rigor para a devida identificação dos envolvidos.

Leia nota na íntegra

A Polícia Militar de Mato Grosso informa que abriu procedimento administrativo, por meio da Corregedoria-Geral, para apuração completa dos fatos e identificação dos supostos militares envolvidos na denúncia.

A corporação também informa que, ao tomar conhecimento da denúncia, prestou suporte à vítima, encaminhando a denunciante para registro de boletim de ocorrência e exame de corpo delito.

A PMMT reforça que não coaduna com nenhum tipo de crime cometido por parte de seus integrantes.

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