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Polícia Civil incinera 130 quilos de entorpecentes em Guiratinga

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A Polícia Civil realizou, na quarta-feira (1.4)), a incineração de aproximadamente 130 quilos de entorpecentes apreendidos em ações de combate ao tráfico de drogas em Guiratinga e região.

Entre os entorpecentes destruídos estavam maconha, cocaína, ecstasy, cocaína líquida e pasta base, evidenciando a diversidade e a expressiva quantidade de drogas retiradas de circulação pelas forças de segurança pública.

A incineração, realizada pela equipe da Delegacia de Guiratinga, ocorreu em uma empresa privada do município, seguindo todos os protocolos legais e de segurança. A ação contou com a participação do Ministério Público e da Polícia Civil, garantindo a regularidade e a fiscalização do procedimento.

Os entorpecentes são provenientes de diversas apreensões realizadas em operações policiais voltadas ao enfrentamento do tráfico de drogas, reforçando o trabalho contínuo e integrado das forças de segurança na repressão à criminalidade.

A delegada titular da Delegacia de Guiratinga, Lígia Avelar destaca que a destruição das drogas apreendidas representa um importante resultado no combate ao tráfico.

“A destruição do entorpecente contribui não só para a redução da circulação de substâncias ilícitas, mas também paraa a promoção da segurança da população, uma vez que tráfico pode desencadear em crimes correlatos como roubos, furtos e homicídios”, disse a delegada.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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MC Mestrão preso por envolvimento com facção é solto neste sábado

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Odanil Gonçalo Nogueira da Costa, conhecido como “MC Mestrão”,  preso no dia 31 de março, suspeito de envolvimento com uma facção criminosa e apologia ao crime em canções, durante a Operação Ruptura CPX, em Cuiabá, ganhou a liberdade neste sábado (11).

Mestrão foi solto no início da tarde e foi recebido do lado de fora do Fórum por parentes e amigos. Com o alvará de soltura na mão, o MC mostrou sorriso no rosto.

Segundo a Polícia Civil, o suspeito interpretava músicas com referências diretas à organização criminosa e citava nas letras práticas ilícitas como os “salves” e golpes de estelionato.

As investigações também apontaram que o investigado mantinha contato com membros de alto escalão da facção e frequentava locais utilizados como pontos de encontro de integrantes do grupo.

Além disso, a polícia identificou indícios de que ele também prestava apoio logístico aos integrantes, incluindo a disponibilização de locais para ocultação de veículos de origem ilícita.

Mesmo liberado, Mestrão continua sendo investigado e deverá cumprir medidas cautelares para continuar com o benefício de soltura.

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