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Inscrições para o 1º Prêmio ALMT de Jornalismo encerram na próxima segunda (24)

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A Assembleia Legislativa de Mato Grosso reforça o convite aos profissionais da comunicação para participarem do 1º Prêmio ALMT de Jornalismo Troféu Parlamento, com inscrições abertas até a próxima segunda-feira (24), pelo portal da instituição. A iniciativa integra as ações comemorativas dos 190 anos do Parlamento Estadual e busca reconhecer trabalhos que ampliem a compreensão da sociedade sobre o papel do Legislativo.

Entre as cinco categorias previstas, o radiojornalismo se apresenta como espaço especialmente significativo para quem atua na mediação direta entre informação pública e cotidiano da população. O rádio, presente historicamente nas rotinas urbanas e rurais de Mato Grosso, mantém a capacidade de alcançar diferentes comunidades e aproximar o cidadão das decisões do Parlamento. Por essa razão, a ALMT convida os profissionais do setor a inscreverem trabalhos que traduzam as atividades legislativas de forma clara, acessível e sensível à realidade social.

Podem ser enviados conteúdos em formato WAV ou MP3, com até seis minutos de duração, como reportagens, boletins, entrevistas, coberturas ao vivo e debates. Podcasts também são aceitos, ampliando as possibilidades de abordagem. O objetivo é valorizar narrativas que auxiliem o público a compreender como as ações e discussões legislativas se refletem no dia a dia da população.

O prêmio distribuirá valores de 20 mil, 10 mil e 5 mil reais aos três primeiros colocados de cada categoria Texto, Rádio, Telejornalismo, Fotojornalismo e Universitário, durante cerimônia oficial marcada para 29 de janeiro de 2026, na Assembleia Legislativa. Observação: as reportagens inscritas devem ter sido produzidas e veiculadas em Mato Grosso entre 1º de janeiro e 24 de novembro de 2025, conforme o edital.

As inscrições são gratuitas e devem ser feitas pelo portal da ALMT, com o envio dos arquivos, dados de veiculação e registro profissional do responsável. Vale lembrar que trabalhos produzidos por inteligência artificial não serão admitidos.

Ao promover essa iniciativa, a Assembleia reafirma o compromisso com a transparência e destaca o papel histórico do rádio na formação cidadã, convidando seus profissionais a integrarem o prêmio com produções que revelem, sob diferentes perspectivas, a influência do Parlamento na vida dos mato-grossenses.

Fonte: ALMT – MT

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Dia Nacional da MPB resgata história de resistência e inovação da música brasileira

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O Brasil celebra, neste sábado, o Dia Nacional da Música Popular Brasileira, instituído por meio da lei federal 12.624, de 2012. A data escolhida, 17 de outubro, é em alusão ao nascimento da compositora e Chiquinha Gonzaga, mulher vanguardista que, em 1899 compôs a canção que conhecemos como primeira marchinha: Ô, Abre Alas.

A MPB, que conhecemos como gênero musical, não é filha diretamente da produção de marchinhas ou choros, grandes composições de Chiquinha Gonzaga. Nasceu em meados da década de 1960, como evolução da bossa nova. O grande marco é a música Arrastão, com letra de Vinicius de Moraes e música de Edu Lobo, composta em 1965 e vencedora do 1º Festival da Música Popular Brasileira da TV Excelsior, na voz de Elis Regina.

Quem conta à Rádio Assembleia o contexto do surgimento da MPB é a professora Doutora do curso de Música da UFMT, Teresinha Prada.

E o diferencial desse gênero que surge pós bossa nova era propor experimentações de misturas de sonoridade que demonstram a pluralidade cultural brasileira. Buscava também o pertencimento nacional, privilegiando o violão, em detrimento da guitarra elétrica. Que também não ficou fora da MPB por muito tempo, pois foi incorporada ao gênero musical pelos tropicalistas, como Gilberto Gil e Caetano Veloso.

O surgimento da MPB, durante a ditadura militar brasileira, também é uma resposta poética e de contestação ao regime.

Dessa maneira, a sigla MPB passa a incorporar literalmente toda produção musical popular no Brasil, sendo reconhecida por artistas como Chico Buarque, Nara Leão e Geraldo Vandré, que privilegiam o violão, incorpora o choro e o samba, que são gêneros musicais anteriores à MPB, agrega mais instrumentos sonoros e abraça nomes como Rita Lee, Clara Nunes, Alceu Valença, Djavan, Tim Maia, Belchior e tantos outros, que experimentam o rock, o samba de terreiro, o baião, o soul e toda a riqueza cultural brasileira.

Para Karola Nunes, fazer MPB em Mato Grosso também é um ato de resistência

Para Karola Nunes, fazer MPB em Mato Grosso também é um ato de resistência

Foto: Helder Faria

Mato Grosso também contribui para a produção da Música Popular Brasileira, trazendo as identidades próprias do Estado, adicionando regionalismos e compondo a grande diversidade sonora do país, que chamamos de brasilidades.

Amor e Casa é um dos lançamentos mais recentes da cantora e compositora mato-grossense Lorena Ly, que também conversou com a Rádio Assembleia e destaca elementos regionais na composição de sua música.

Karola Nunes é também um dos grandes nomes da MPB produzida em Mato Grosso, seja na carreira solo, seja em grupos e bandas, como o grupo de samba Sasminina e a banda Calorosa.

Ao som de Malemá Tentiano, da Banda Calorosa, convidamos você, ouvinte da Rádio Assembleia, para continuar sintonizado, que aqui você vai ouvir a grande diversidade da MPB e o melhor da música mato-grossense.

Priscila Mendes, para a Rádio Assembleia

Fonte: ALMT – MT

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