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Xuxu Dal Molin propõe dobrar subsídios do SER Família Habitação e criar auxílio de R$ 100 mil para PcDs

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O deputado Xuxu Dal Molin (União) apresentou uma indicação que propõe a revisão e ampliação dos subsídios concedidos pelo Programa SER Família Habitação, modalidade Entrada Facilitada. A sugestão, direcionada à MT Participações e Projetos S/A (MT Par), gerenciadora do programa, prevê dobrar os valores dos subsídios para todas as faixas de renda e criar um auxílio específico de R$ 100 mil para pessoas com deficiência (PcDs).

A proposta foi protocolada durante a sessão plenária desta quarta-feira (2), na Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT). O projeto, que ainda aguarda numeração oficial, também foi encaminhado ao governador do estado para conhecimento e possível apoio à iniciativa.

Xuxu Dal Molin destacou a necessidade urgente de reajustar os valores devido ao aumento expressivo nos custos dos imóveis, materiais de construção e serviços, além do crescente déficit habitacional. O parlamentar explicou que, atualmente, o programa oferece subsídios que variam de R$ 8 mil a R$ 20 mil, conforme a faixa de renda familiar. Com a aprovação da indicação, esses valores deverão ser dobrados para ampliar o acesso à moradia digna em Mato Grosso.

Além do reajuste geral, a indicação prevê a criação de um subsídio especial de R$ 100 mil para pessoas com deficiência, independentemente da faixa de renda. Essa iniciativa busca promover maior equidade, inclusão social e justiça para um grupo que enfrenta desafios adicionais no acesso à moradia, especialmente quanto à necessidade de adaptações para garantir acessibilidade e autonomia.

“Garantir o direito à moradia digna é um compromisso constitucional e um passo fundamental para a justiça social. Com o reajuste dos subsídios e a atenção especial às pessoas com deficiência, queremos ampliar o acesso à casa própria, gerar empregos e fortalecer a economia local, construindo um Mato Grosso mais justo e inclusivo”, ressaltou Xuxu Dal Molin.

A indicação também será encaminhada à Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico para análise e implementações das medidas necessárias. A expectativa, segundo o parlamentar, é de que o reajuste dos subsídios impulsione o Programa SER Família Habitação, ampliando sua efetividade e beneficiando milhares de famílias mato-grossenses.

Fonte: ALMT – MT

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Cuiabá

Ilde Taques intensifica articulação para disputar presidência da Câmara de Cuiabá

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O vereador Ilde Taques (Podemos) afirmou nesta quinta-feira (16) que continua em articulação para viabilizar sua candidatura à Mesa Diretora da Câmara de Cuiabá. Segundo ele, o momento é de intensificar o diálogo com os demais vereadores, independentemente de posicionamento político, com o objetivo de consolidar apoios até a votação.

Taques ressaltou que o processo depende de construção coletiva e que a definição passa, necessariamente, pela capacidade de articulação dentro da Casa.

“É um processo eleitoral, como todos os outros. Até o dia da eleição, a gente tem que trabalhar o voto. São 27 vereadores; independentemente de base ou posição independente, todos votam. E a gente, até o dia 25, vai continuar trabalhando esse voto dos pares”, afirmou.

Ilde também detalhou a composição da chapa que vem sendo construída, reunindo parlamentares de diferentes partidos. A vereadora Paula Calil (PL) foi convidada para assumir a primeira secretaria, enquanto Eduardo Magalhães (Republicanos) deve ficar com a vice-presidência e Michelly Alencar (União) com a segunda vice-presidência.

“Nós estamos definindo apenas uma vaga de segundo secretário. Hoje nós temos a cabeça de chapa com Ilde, presidente. A vereadora Paula foi convidada para ser primeira secretária. O vereador Eduardo Magalhães, como vice-presidente. E a vereadora Michelly como segunda vice-presidente”, explicou

Ao comentar a possibilidade de mudança no regimento interno que permitiria reeleições consecutivas, o vereador demonstrou preocupação com os impactos para a democracia.

“Isso seria um retrocesso para a Câmara Municipal de Cuiabá. Se isso acontecer, o presidente pode ficar seis anos no poder, se perpetuando. Isso é muito ruim para a democracia e para o cidadão cuiabano. Imaginem só seis anos com o mesmo presidente. Eu não acredito que isso vá acontecer”, concluiu.

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