Polícia
Polícia Civil apreende dois adolescentes envolvidos em fato análogo a roubo e cárcere privado
Polícia
A Polícia Civil cumpriu dois mandados de apreensão em desfavor a dois adolescentes, ambos de 16 anos, envolvidos em fato análogo ao crime de roubo e cárcere privado. A apreensão foi realizada na última sexta-feira (5.9), na cidade de Várzea Grande.
De acordo com as investigações, o dois adolescentes teriam envolvimento no ato criminoso, em que uma pessoa foi mantida refém, durante um roubo ocorrido na zona rural do município de Nobres.
O crime foi praticado uma semana antes à apreensão, com a participação de outras duas pessoas maiores de idade, identificadas e presas no mesmo dia pela Polícia Militar e conduzidos até a delegacia. Os menores também haviam sido conduzidos, mas liberados na audiência de custódia.
Após as investigações, o delegado de Nobres, Marcus Vinícius Ferreira Silva, representou pela internação dos adolescentes, posteriormente, foi expedido de mandado de busca e apreensão pelo Poder Juduciário.
O mandado foi cumprido pelos policiais da Delegacia de Nobres, com apoio da equipe da Delegacia de Roubos e furtos de Várzea Grande.
O crime
Os adolescentes invadiram uma fazenda na região e junto com dois adultos renderam o caseiro com o objetivo de roubar o gado da propriedade, em 30 de agosto de 2025.
A ação foi frustrada pela chegada na Polícia Militar no local.
Fonte: Policia Civil MT – MT
Polícia
Gaeco investiga servidores que usavam estrutura de prefeitura para promover facção criminosa em MT
O Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (Gaeco) de Sinop, a 451 km de Cuiabá, cumpriu, nesta terça-feira (2), quatro mandados de busca e apreensão contra dois servidores da Prefeitura, que integravam cargos de confiança e são suspeitos de ligação com a facção criminosa Comando Vermelho.
A ação faz parte da Operação “Aliança Oculta”, que investiga a possível influência da organização criminosa na estrutura administrativa do município de Sinop.
As investigações começaram após a apreensão de celulares com traficantes em operações anteriores do Gaeco, com autorização da Justiça. Durante a análise do conteúdo dos aparelhos e de documentos apreendidos, a perícia identificou que festas populares vinham sendo realizadas com recursos da facção.
Esses eventos, embora apresentados como entretenimento, eram usados para promover a organização criminosa, atrair jovens e ampliar sua influência nas comunidades.
Os investigadores identificaram que grupos criminosos promovem ações públicas para ganhar aceitação social e fortalecer a atuação. Os servidores da Prefeitura de Sinop seriam responsáveis por facilitar ações do grupo, inclusive com o uso da estrutura pública para obtenção de vantagens e expansão das atividades criminosas.
Durante o cumprimento das ordens judiciais, foram apreendidos celulares, documentos e mídias digitais, que passarão por perícia e serão objetos de uma nova investigação que segue em andamento.
A ação contou com o apoio do Ministério Público do Estado de Mato Grosso, do 3º Comando Regional da Polícia Militar, da 26ª Companhia Independente de Força Tática e da Polícia Judiciária Civil de Sinop.
O Gaeco é uma força-tarefa permanente formada por integrantes do Ministério Público, Polícia Civil, Polícia Militar, Polícia Penal e Sistema Socioeducativo, que atuam de forma integrada no combate ao crime organizado.
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