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Batalhão Ambiental prende homem por matar ave silvestre com espingarda em Cuiabá

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Policiais militares do Batalhão de Polícia Militar de Proteção Ambiental (BPMPA) prenderam um homem, de 43 anos, por crime de maus-tratos a animal silvestre com morte, nesta terça-feira (13.1), em Cuiabá. O suspeito foi detido em flagrante ao abater uma arara com uma espingarda de pressão.

A equipe ambiental recebeu uma denúncia de que um morador, no bairro Jardim Florianópolis, havia matado uma arara da espécie Maracanã. De acordo com o relato do denunciante, que estava próximo do local, ele escutou os disparos de tiro, encontrando o suspeito armado e o animal sem vida.

Os policiais se deslocaram até o endereço indicado e localizaram o suspeito. Questionado sobre o crime, o homem confessou ter efetuado o disparo e confirmou possuir uma espingarda de pressão.

Durante buscas na residência do suspeito, a equipe encontrou a arma de calibre 5.5 e um pote com diversas quantidades de chumbinhos, munição utilizada para atingir alvos menores.

Diante dos fatos, o suspeito recebeu voz de prisão e foi conduzido para a Delegacia Especializada de Meio Ambiente (Dema) para as providências que o caso requer. A ave morta também foi encaminhada ao local para exame pericial.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.

Fonte: PM MT – MT

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MC Mestrão preso por envolvimento com facção é solto neste sábado

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Odanil Gonçalo Nogueira da Costa, conhecido como “MC Mestrão”,  preso no dia 31 de março, suspeito de envolvimento com uma facção criminosa e apologia ao crime em canções, durante a Operação Ruptura CPX, em Cuiabá, ganhou a liberdade neste sábado (11).

Mestrão foi solto no início da tarde e foi recebido do lado de fora do Fórum por parentes e amigos. Com o alvará de soltura na mão, o MC mostrou sorriso no rosto.

Segundo a Polícia Civil, o suspeito interpretava músicas com referências diretas à organização criminosa e citava nas letras práticas ilícitas como os “salves” e golpes de estelionato.

As investigações também apontaram que o investigado mantinha contato com membros de alto escalão da facção e frequentava locais utilizados como pontos de encontro de integrantes do grupo.

Além disso, a polícia identificou indícios de que ele também prestava apoio logístico aos integrantes, incluindo a disponibilização de locais para ocultação de veículos de origem ilícita.

Mesmo liberado, Mestrão continua sendo investigado e deverá cumprir medidas cautelares para continuar com o benefício de soltura.

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