Cultura
Jaraqui é reconhecido como patrimônio cultural imaterial do Amazonas
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O sabor que conquistou gerações ganhou reconhecimento oficial. O peixe jaraqui foi declarado Patrimônio Cultural imaterial do Amazonas.

Quem é do estado sabe: o jaraqui não é só comida. É história, é costume e é parte da vida.
Presente diariamente nas feiras, mercados e principalmente na mesa da população, o jaraqui vai muito além da alimentação. O reconhecimento valoriza o peixe como símbolo cultural, ligado às tradições, à economia e até às expressões populares da região.
Com a nova lei, o pescado passa a ser oficialmente protegido e promovido como patrimônio do estado. O projeto é de autoria do deputado estadual Ednailson Rozenha, do PSD, e prevê ações como incentivo a pesquisas, atividades educativas e apoio a eventos culturais que mantenham viva essa tradição. A iniciativa também busca fortalecer a cadeia produtiva e valorizar os trabalhadores que dependem da pesca.
Na capital Manaus, o jaraqui já tinha o reconhecimento desde 2019. Agora, o título se estende para todo o Amazonas, ampliando ainda mais o valor simbólico do peixe.
E no fim das contas, a velha frase continua firme — quase um lema regional: quem come jaraqui não sai mais daqui. E agora, com lei e tudo, virou patrimônio do Amazonas.
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Começa em Manaus o 27º Festival Amazonas de Ópera
Começa neste fim de semana em Manaus, mais uma edição do Festival Amazonas de Ópera. O evento, que chega a sua 27ª edição e é considerado o maior festival do gênero na América Latina, terá programação em vários palcos culturais da capital amazonense até o dia 31 de maio.

Os espetáculos, que reúnem artistas brasileiros e do exterior, vão se concentrar no Teatro Amazonas, no Instituto Cultural Brasil–Estados Unidos de Manaus e no Centro Cultural Palácio da Justiça.
A abertura acontece neste domingo, a partir das sete da noite, com trechos da ópera Turandot, de Giacomo Puccini, em comemoração ao centenário de estreia da obra. A apresentação reúne solistas, Coral do Amazonas e Amazonas Filarmônica, sob regência do maestro Luiz Fernando Malheiro.
Outro destaque da programação é a ópera Salvator Rosa, de Carlos Gomes, que será apresentada nos dias 15, 17 e 19 de maio, no Teatro Amazonas. A montagem é resultado de uma coprodução inédita entre o Festival Amazonas de Ópera, o Theatro Municipal do Rio de Janeiro e o Instituto Música Brasilis.
O Festival ainda conta com o espetáculo Amor de Poeta, Amor em Lágrimas, que reúne obras de Schumann e Cláudio Santoro em nova versão para a Orquestra de Câmara do Amazonas.
Além destas três encenações, haverá outros espetáculos, totalizando 13 apresentações artísticas. A programação completa está disponível no instagram @festivalamazonasdeopera.
*Com sonoplastia de Jailton Sodré
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