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Serra Talhada (PE) festeja os 128 anos de nascimento de Lampião

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Começou nesta sexta-feira (4) em Serra Talhada, Pernambuco, os festejos pelos 128 anos de nascimento de Lampião. 

Até o próximo domingo, o “Tributo a Virgolino – A Celebração do Cangaço” vai movimentar o terreiro da Casa de Lampião, que fica no Sítio Passagem das Pedras, onde nasceu o cangaceiro, localizado na zona rural da cidade.

O Tributo marca também os 30 anos do grupo “Fundação Cultural Cabras de Lampião”, que há três décadas mantém viva a memória não só do cangaceiro, mas tudo que envolve a história do cangaço, dos sertanejos, além do Xaxado e a musicalidade que envolve essa cultura. 

A programação, com atividades durante todo o dia, começa a partir das 9h e conta com mais de 300 brincantes, entre grupos de xaxado, maracatu, coco, capoeira e dança de São Gonçalo.

O encontro cultural terá ainda feira de artesanato; feira de livros de cangaço e cordel, espaço de gastronomia regional, shows musicais; teatro; mostra de filmes; repentistas; bacamarteiros e bandas de pífanos.

Entre as atrações musicais, destacam-se o mestre Assisão, Trio Nordestino e George Silva.

O espaço recebe ainda a exposição “Lampião por Ele Mesmo – Bilhetes de Lampião” e a palestra Conversas de Cangaceiros, que vai abordar os confrontos entre as Famílias Pereira e Carvalho, no Sertão do Pajeú, e que será ministrada pela jornalista e pesquisadora Vera Ferreira, neta de Lampião e Maria Bonita e pelos escritores e pesquisadores do cangaço Valdir Nogueira e Anildomá Willans de Souza. 


Fonte: EBC Cultura

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Janis Joplin é homenageada em exposição no Museu da Imagem e do Som-SP

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Ícone da contracultura hippie e dona de uma das maiores vozes do rock, Janis Joplin é homenageada em uma exposição que começou nesta quinta-feira no Museu da Imagem e do Som, em São Paulo. São mais de trezentos itens originais da cantora e compositora estadunidense, entre cartas, fotografias, figurinos e discos. 

Janis Joplin teria completado 83 anos em janeiro. Ela morreu em outubro de 1970, aos 27 anos, e se consagrou como uma das grandes vozes do rock, além de ter uma presença de palco eletrizante. 

Na mostra, o público pode ver fotos, livros e discos de músicos de blues que influenciaram a artista, além de cartas, desenhos criados por ela, acessórios e roupas  – objetos que estavam guardados desde a morte da cantora e são exibidos pela primeira vez.  O diretor-geral do MIS e curador da exposição, André Sturm, explicou a ideia de dividir a exposição por sentimentos. Para ele as emoções eram intensas, por isso escolheu este lado mais potente: o amor, a felicidade, a tristeza, a liberdade…

A intensidade da voz rasgada pode ser ouvida em trechos de músicas disponíveis na mostra e também no vídeo exibido em uma tela enorme  com um trecho da apresentação no Festival de Monterey Pop em 67, um ponto de virada na carreira de Janis Joplin. 

Uma das salas é dedicada à vinda de Janis ao Brasil: em fevereiro de 1970, meses antes de morrer, ela desembarcou no Rio de Janeiro, em pleno carnaval, conheceu Alcione e Serguei, deu canjas em boates e foi fotografada nas praias cariocas. 

Chris Flannery foi consultor da exposição, e fez a ponte entre o museu e a família da cantora. Ele conta que a mostra traz a essência do estilo boho-chic de Janis e vai além

“Eu acho que nos manuscritos, nos desenhos dela, você vai ver um lado dela que as pessoas não conheciam: ela era uma artista. Então tem um espaço com a arte dela aqui. Então agora você tem a chance de começar a entender quem foi essa mulher. E tem muitos detalhes, muitas coisas da história dela e foi feito um ótimo trabalho de capturar a essência de quem ela foi como musicista”.


Foto da Expo Janis Joplin
Foto da Expo Janis Joplin

Entre os anos de 1966 e 1970, Janis Joplin gravou quatro discos: dois como vocalista da banda Big Brother and the Holding Company e dois em carreira solo. O último deles, “Pearl”, foi lançado em janeiro de 1971, três meses depois da morte da cantora.

Janis Joplin foi livre à sua própria maneira e, além da importância na música, também representou um símbolo de liberdade para as mulheres ao não se encaixar em papéis sociais estabelecidos. 

A exposição “Janis” fica em cartaz no MIS até o mês de julho, e os ingressos podem ser comprados no site do museu. Às terças-feiras, a entrada é gratuita.


Fonte: EBC Cultura

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