Cultura

Viva Maria reflete sobre a “falsa abolição” da escravatura no Brasil

Publicado em

Cultura

Olá amigas e amigos deste nosso programa que, à luz de uma verdade histórica incontestável, desde os anos 1980 se nega a comemorar o 13 de maio, que é o dia oficial da Abolição da Escravatura no Brasil.

A exemplo do que faz o movimento negro, este programa prefere aproveitar a data para chamar a atenção da nossa sociedade para o cenário de exclusão e discriminação que, até hoje, 138 anos depois, ainda nega à população negra a igualdade de oportunidades.

Por isso, em nome de uma revisão que a história desse país ainda está a nos dever — inclusive nos livros didáticos — queremos ouvir a professora Gina Vieira Ponte, que ainda ontem (12) foi agraciada com o Prêmio Engenho Mulher 2025 por ter se tornado uma referência em educação do Brasil.

Ela é autora do Projeto Mulheres Inspiradoras, responsável pela transformação da vida de centenas de alunos da rede pública que frequentaram suas aulas, em Brasília (DF).

A propósito, neste 13 de maio, vamos ouvir com muita atenção a aula que ela vai nos dar sobre os bastidores políticos que levaram a Princesa Isabel a promulgar a Lei Áurea.

▶️ Clique no player acima de acompanhe a entrevista!


Fonte: EBC Cultura

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

Cultura

Muito além da loira fatal: mostra celebra 100 anos de Marilyn Monroe

Publicados

em

No dia 1º de junho, um dos grandes ícones da era de ouro de Hollywood completaria 100 anos: a atriz estadunidense Marilyn Monroe. Para marcar a data, o Museu da Imagem e do Som (MIS) de São Paulo apresenta a “Mostra Marilyn Monroe 100 anos” com a exibição de doze filmes estrelados pela artista.

Marilyn se consagrou no imaginário da cultura pop como a loira fatal. Mesmo quem não assistiu ao filme “O Pecado Mora ao Lado”, dirigido por Billy Wilder, deve conhecer a famosa cena da loira com o vestido branco esvoaçante na grade do metrô.

Julgada à época pela aparência, numa indústria dominada por homens, a atriz teve uma carreira de 15 anos entre o primeiro e último filme não finalizado. Ela morreu aos 36 anos, em agosto de 1962, vítima de uma overdose de remédios.


Retrato
Retrato

Retrato “Marilyn”, serigrafia de Andy Warhol.

Nascida Norma Jeane Mortenson na cidade de Los Angeles, ela passou a infância entre orfanatos e lares adotivos, começou a carreira como modelo e adotou Marilyn Monroe como nome artístico.

Alçada à fama em filmes como “Os Homens Preferem as Loiras”, e “Quanto Mais Quente Melhor”, além de “O Pecado Mora ao Lado”, Marilyn queria ser vista para além dos estereótipos que interpretava. Ela foi pioneira ao ser uma das primeiras mulheres a criar uma produtora de filmes em 1954 para ter mais controle da própria carreira.

Com a vida privada espetacularizada, o talento de Marilyn Monroe muitas vezes foi reduzido à imagem de ícone frágil e trágico. Nesta semana, o público tem a chance de fazer uma imersão na filmografia da atriz, na mostra que acontece no Museu da Imagem e do Som na capital paulista.

A curadoria, feita por André Sturm, deu destaque a trabalhos menos conhecidos estrelados por Marilyn: do primeiro papel com fala da atriz, no filme “Idade Perigosa”, ao primeiro papel de protagonista em “Mentira salvadora”. Tem ainda “Só a mulher peca”, drama noir de Fritz Lang, “O rio das almas perdidas” de Otto Preminger e dois longas de John Huston “O segredo das joias” e “Os desajustados”.

A mostra segue até o próximo domingo (7) e os ingressos custam entre R$ 3 e R$ 6. Detalhes da programação no site do MIS e, quem visitar o local, também pode conferir a última sessão de fotos de Marilyn Monroe, feitas numa entrevista para a revista Life na casa da atriz pelo fotógrafo Allan Grant. Muitas das fotografias da sessão, não publicadas na revista, chegam ao público pela primeira vez.


Fonte: EBC Cultura

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

POLÍTICA

POLÍCIA

ESPORTES

ENTRETENIMENTO

MAIS LIDAS DA SEMANA