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Jovem integrante de facção criminosa de Rondônia tem novo mandado de prisão cumprido em Barra do Garças

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Um jovem de 18 anos, envolvido em crimes de homicídio qualificado, ocultação de cadáver e integrar organização criminosa, teve o mandado de prisão cumprido na manhã desta sexta-feira (24.10), pela Polícia Civil de Mato Grosso em apoio à Operação Incinerando, deflagrada pela Polícia Civil de Rondônia.

A operação teve abrangência interestadual, com cumprimento de mandados em Porto Velho, Pimenta Bueno e Barra do Garças.

As investigações conduzidas pela Polícia Civil de Rondônia indicam que o criminoso tem ligação direta com uma facção criminosa do estado de Rondônia que mantinha um sistema paralelo de “justiça”, no qual vítimas eram submetidas a sessões de tortura e executadas após “julgamentos” realizados por lideranças criminosas.

Os crimes muitas vezes ocorriam por meio de videoconferências entre os executores e os líderes da organização criminosa. Em seguida, os corpos eram ocultados para dificultar a localização pelas autoridades.

O criminoso já cumpria pena na unidade penitenciária de Barra do Garças por envolvimento em outro crime e teve um novo mandado de prisão cumprido pela equipe policial da 1ª Delegacia de Polícia do município. Com o cumprimento do novo mandado, permanecerá recolhido e deverá responder por mais crimes.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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MC Mestrão preso por envolvimento com facção é solto neste sábado

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Odanil Gonçalo Nogueira da Costa, conhecido como “MC Mestrão”,  preso no dia 31 de março, suspeito de envolvimento com uma facção criminosa e apologia ao crime em canções, durante a Operação Ruptura CPX, em Cuiabá, ganhou a liberdade neste sábado (11).

Mestrão foi solto no início da tarde e foi recebido do lado de fora do Fórum por parentes e amigos. Com o alvará de soltura na mão, o MC mostrou sorriso no rosto.

Segundo a Polícia Civil, o suspeito interpretava músicas com referências diretas à organização criminosa e citava nas letras práticas ilícitas como os “salves” e golpes de estelionato.

As investigações também apontaram que o investigado mantinha contato com membros de alto escalão da facção e frequentava locais utilizados como pontos de encontro de integrantes do grupo.

Além disso, a polícia identificou indícios de que ele também prestava apoio logístico aos integrantes, incluindo a disponibilização de locais para ocultação de veículos de origem ilícita.

Mesmo liberado, Mestrão continua sendo investigado e deverá cumprir medidas cautelares para continuar com o benefício de soltura.

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