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Polícia Civil prende dois homens e apreende armas e munições em Cotriguaçu

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A Polícia Civil deflagrou, nessa quarta-feira (27.8), a Operação Invisível Revelado, que resultou na prisão de duas pessoas e na apreensão de armas e munições. A ação foi realizada por meio da Delegacia de Colniza, em operação conjunta com a Polícia Militar de Nova União.

O objetivo inicial da operação era cumprir um mandado de prisão contra um foragido da Justiça por roubo, que estava foragido da Justiça por roubo desde o início de 2024 e escondido em um sítio no Distrito de Nova União (1.050 km de Cuiabá), de 31 anos, município de Cotriguaçu.

Nesta quarta-feira (27.8), policiais civis e militares cercaram a casa do suspeito e deram ordem para que ele abrisse a porta. Porém, o foragido não acatou o comando e foi necessário que as equipes entrassem na casa, onde estavam o suspeito e mais um homem, de 38 anos.

Na casa, foram encontradas três armas, duas de calibre .28, uma curta tipo garrucha e uma longa tipo espingarda, e uma calibre .22 tipo rifle, e uma grande quantidade de munições de calibres .22, .28 e .32. Também foram localizados e apreendidos vários aparelhos celulares.

O mandado de prisão contra o suspeito de 31 anos, expedido pela Vara Única de Colniza no dia 1º de abril de 2024, foi cumprido e ele também foi preso em flagrante por posse irregular de armas de fogo e munições. O homem que estava com ele na casa afirmou ser dono da espingarda calibre .32 e também foi preso.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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MC Mestrão preso por envolvimento com facção é solto neste sábado

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Odanil Gonçalo Nogueira da Costa, conhecido como “MC Mestrão”,  preso no dia 31 de março, suspeito de envolvimento com uma facção criminosa e apologia ao crime em canções, durante a Operação Ruptura CPX, em Cuiabá, ganhou a liberdade neste sábado (11).

Mestrão foi solto no início da tarde e foi recebido do lado de fora do Fórum por parentes e amigos. Com o alvará de soltura na mão, o MC mostrou sorriso no rosto.

Segundo a Polícia Civil, o suspeito interpretava músicas com referências diretas à organização criminosa e citava nas letras práticas ilícitas como os “salves” e golpes de estelionato.

As investigações também apontaram que o investigado mantinha contato com membros de alto escalão da facção e frequentava locais utilizados como pontos de encontro de integrantes do grupo.

Além disso, a polícia identificou indícios de que ele também prestava apoio logístico aos integrantes, incluindo a disponibilização de locais para ocultação de veículos de origem ilícita.

Mesmo liberado, Mestrão continua sendo investigado e deverá cumprir medidas cautelares para continuar com o benefício de soltura.

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