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Polícia Militar prende homem por estupro contra a própria irmã em Cuiabá

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Policiais militares do 3º Batalhão prenderam, nesta quarta-feira (1.4), um homem, de 40 anos, por estupro contra a própria irmã, de 30 anos, no bairro Primeiro de Março, em Cuiabá. O suspeito foi localizado em uma área de mata, momentos depois de fugir do local do crime.

A equipe policial foi acionada para atender a ocorrência e, ao chegar ao endereço, encontrou a vítima em frente à residência, em visível estado de abalo emocional, relatando aos policiais que havia sido violentada pelo próprio irmão.

Segundo a vítima, ela reside em uma kitnet e, após ingerir bebida alcoólica, foi dormir, momento em que foi surpreendida pelo suspeito já cometendo o crime. Diante da reação da vítima, que passou a gritar e resistir, o suspeito fugiu do local tomando rumo ignorado.

Imediatamente, as equipes iniciaram rondas, porém o homem não foi localizado. Em seguida, os militares receberam informações de que o suspeito teria fugido em direção à região da rodoviária de Cuiabá. Com base nas informações, os policiais intensificaram as buscas e conseguiram localizar o homem em uma área de mata, onde tentava se esconder.

O suspeito foi abordado, teve a identidade confirmada e posteriormente detido, sendo encaminhado à delegacia de polícia para as demais providências cabíveis que o caso requer.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.

Fonte: PM MT – MT

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MC Mestrão preso por envolvimento com facção é solto neste sábado

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Odanil Gonçalo Nogueira da Costa, conhecido como “MC Mestrão”,  preso no dia 31 de março, suspeito de envolvimento com uma facção criminosa e apologia ao crime em canções, durante a Operação Ruptura CPX, em Cuiabá, ganhou a liberdade neste sábado (11).

Mestrão foi solto no início da tarde e foi recebido do lado de fora do Fórum por parentes e amigos. Com o alvará de soltura na mão, o MC mostrou sorriso no rosto.

Segundo a Polícia Civil, o suspeito interpretava músicas com referências diretas à organização criminosa e citava nas letras práticas ilícitas como os “salves” e golpes de estelionato.

As investigações também apontaram que o investigado mantinha contato com membros de alto escalão da facção e frequentava locais utilizados como pontos de encontro de integrantes do grupo.

Além disso, a polícia identificou indícios de que ele também prestava apoio logístico aos integrantes, incluindo a disponibilização de locais para ocultação de veículos de origem ilícita.

Mesmo liberado, Mestrão continua sendo investigado e deverá cumprir medidas cautelares para continuar com o benefício de soltura.

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