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Pedro Taques cumpre agenda política em Rondonópolis e reforça diálogo com bases do PSB

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Recém-empossado como presidente estadual do Partido Socialista Brasileiro em Mato Grosso, Pedro Taques cumpriu agenda política no município de Rondonópolis, a cerca de 200 quilômetros de Cuiabá, com foco no diálogo com lideranças locais e na organização partidária.

A programação incluiu entrevistas à imprensa local, nas quais Taques abordou temas ligados à defesa dos servidores públicos, área em que atua como advogado em ações que investigam irregularidades em contratos de consignados, além de destacar a importância do diálogo político e da presença dos partidos nos municípios.

O presidente estadual do PSB se reuniu com o vereador Girotto (PT), com o suplente de deputado estadual Roni Magnani (PSB) e participou de encontros com lideranças políticas do município, incluindo reunião com integrantes da diretoria municipal do Partido Verde (PV). As conversas tiveram como eixo a reorganização partidária, a escuta de demandas regionais e o fortalecimento da atuação política no interior do estado.

O clima da visita foi marcado por receptividade e disposição para o diálogo, refletindo um movimento de aproximação com as bases políticas locais e de valorização da construção coletiva nos municípios.

Ao comentar o momento do PSB em Mato Grosso, Pedro Taques destacou o trabalho realizado pelo deputado estadual Max Russi à frente da legenda, responsável pela consolidação da base partidária no estado. “A proposta é manter o diálogo interno, preservar a base construída e fortalecer a presença do partido de forma articulada nos municípios”, destacou.

A agenda em Rondonópolis integra um conjunto de visitas que Pedro Taques pretende realizar ao interior de Mato Grosso nas próximas semanas, como parte do processo de reorganização partidária e ampliação do diálogo com lideranças municipais.

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Congresso recebe Agenda Legislativa Mulheres do Brasil na próxima quarta

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O Congresso Nacional terá sessão solene na quarta-feira (10) — a partir das 10h no Plenário do Senado — para receber a Agenda Legislativa Mulheres do Brasil. A sessão foi requerida pelas senadoras Daniella Ribeiro (PP-PB) e Professora Dorinha Seabra (União -TO) e pela deputada Laura Carneiro (PSD-RJ). O grupo Mulheres do Brasil, criado em 2013, é uma rede civil suprapartidária que reúne mais de 140 mil mulheres no Brasil e em outros países em prol da melhoria de políticas públicas.

— A construção de uma agenda legislativa voltada às mulheres é resultado da mobilização de quem conhece os desafios vividos diariamente por brasileiras de diferentes realidades. O Congresso tem a responsabilidade de ouvir essas vozes e transformar essas demandas em políticas efetivas. Quando as mulheres avançam, toda a sociedade avança junto — afirmou Dorinha nesta quarta-feira (3).

As parlamentares informam que o grupo articula ações com o poder público, o setor privado e a sociedade civil em áreas como combate à violência contra mulheres e meninas, autonomia econômica, inclusão produtiva, saúde, proteção social, sustentabilidade, entre outros. Assim, atua com mobilização social, articulação institucional e formulação de propostas para o aprimoramento de políticas públicas.

O documento que será apresentado ao Senado reúne propostas em eixos temáticos, “com impacto direto na vida das mulheres e no cotidiano da sociedade”. Para as parlamentares, a agenda vai contribuir com o processo legislativo, com o aprimoramento de políticas públicas e com a integração de iniciativas da sociedade civil.

Mulheres na sociedade

As autoras do requerimento explicam que a Agenda Legislativa Mulheres do Brasil foi subsidiada com análise de proposições em tramitação no Congresso e com as prioridades identificadas nos comitês e núcleos do grupo espalhados pelo país. Um exemplo de projeto que tem apoio do grupo é o PLP 121/2025, que institui a Agenda Transversal das Mulheres na administração pública com o objetivo de eliminar a violência e a discriminação social, política e econômica contra as mulheres. A autora da proposta é a senadora Daniella Ribeiro.

O texto determina que a agenda seja formulada e gerida a partir de revisões de estruturas, processos e políticas para identificar desigualdades de gênero — explícitas ou ocultas — e adoção de medidas para enfrentar suas causas, levando em conta recortes de raça, etnia, idade, orientação sexual e território. Também prevê investimento em transparência digital e estímulo à participação social. 

Outro exemplo que está na lista da agenda é o PLP 41/2026, que cria um sistema nacional de combate à violência contra a mulher e destina R$ 5 bilhões para o combate ao feminicídio. 

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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