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Pedro Taques cumpre agenda política em Rondonópolis e reforça diálogo com bases do PSB

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Recém-empossado como presidente estadual do Partido Socialista Brasileiro em Mato Grosso, Pedro Taques cumpriu agenda política no município de Rondonópolis, a cerca de 200 quilômetros de Cuiabá, com foco no diálogo com lideranças locais e na organização partidária.

A programação incluiu entrevistas à imprensa local, nas quais Taques abordou temas ligados à defesa dos servidores públicos, área em que atua como advogado em ações que investigam irregularidades em contratos de consignados, além de destacar a importância do diálogo político e da presença dos partidos nos municípios.

O presidente estadual do PSB se reuniu com o vereador Girotto (PT), com o suplente de deputado estadual Roni Magnani (PSB) e participou de encontros com lideranças políticas do município, incluindo reunião com integrantes da diretoria municipal do Partido Verde (PV). As conversas tiveram como eixo a reorganização partidária, a escuta de demandas regionais e o fortalecimento da atuação política no interior do estado.

O clima da visita foi marcado por receptividade e disposição para o diálogo, refletindo um movimento de aproximação com as bases políticas locais e de valorização da construção coletiva nos municípios.

Ao comentar o momento do PSB em Mato Grosso, Pedro Taques destacou o trabalho realizado pelo deputado estadual Max Russi à frente da legenda, responsável pela consolidação da base partidária no estado. “A proposta é manter o diálogo interno, preservar a base construída e fortalecer a presença do partido de forma articulada nos municípios”, destacou.

A agenda em Rondonópolis integra um conjunto de visitas que Pedro Taques pretende realizar ao interior de Mato Grosso nas próximas semanas, como parte do processo de reorganização partidária e ampliação do diálogo com lideranças municipais.

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TJMT barra eleição do SISMA e impõe multa diária à comissão

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O Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) suspendeu o processo eleitoral do SISMA/MT e impôs multa diária de R$ 500 à comissão eleitoral e ao sindicato por descumprirem a ordem judicial que determinou o retorno da Chapa 01 à disputa.

A crise na eleição do Sindicato dos Servidores Públicos da Saúde de Mato Grosso (SISMA/MT) ganhou contornos de grave confronto institucional. O desembargador Márcio Aparecido Guedes, da Primeira Câmara de Direito Privado do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), reiterou a ordem de suspensão imediata de todo o pleito sindical do triênio 2026/2029 e fixou multa diária de R$ 500,00 contra o sindicato e os membros da Comissão Eleitoral diante da recusa em reincluir a Chapa 01 na disputa.
A decisão colegiada atesta uma manobra deliberada para contornar a ordem judicial anterior deferida no plantão pelo desembargador Carlos Alberto Alves da Rocha, que já havia determinado a reinserção da chapa encabeçada por Mavenier Benedito Arruda e Silva ou a paralisação do certame. Mesmo intimada formalmente da liminar às 11h45 do dia 7 de outubro, a Comissão Eleitoral manteve o sistema de votação eletrônica ativo exclusivamente com as Chapas 02 e 03.
Para além de ignorar a inclusão da oposição na plataforma virtual, a direção eleitoral publicou uma nota anunciando o prosseguimento da votação e convocou uma Assembleia Geral Extraordinária para o dia 16 de outubro com a intenção de “ratificar ou rejeitar” o indeferimento da Chapa 01. O relator classificou a atitude como uma evidente resistência e tentativa de esvaziar o controle da Justiça, determinando medidas enérgicas para preservar a autoridade judicial:
* Paralisação completa dos atos eleitorais: Fica expressamente suspensa qualquer apuração, contagem de votos, proclamação de resultado ou posse de chapa para a gestão 2026/2029.
* Bloqueio da manobra em assembleia: O tribunal barrou preventivamente qualquer deliberação da assembleia marcada para 16 de outubro referente à impugnação da Chapa 01 e aos atos da Comissão Eleitoral, mantendo os ofícios sob efeito suspensivo.
* Multa pessoal e solidária: A penalidade financeira de R$ 500,00 por dia de descumprimento incide de maneira solidária sobre os patrimônios do sindicato e dos integrantes da própria Comissão Eleitoral.
O despacho do TJMT deixa claro que a tentativa de impor uma votação sem paridade de armas não terá validade jurídica. Ao insistir em conduzir o pleito à margem da determinação legal, os responsáveis pelo processo colocaram a eleição da saúde estadual em total paralisia, respondendo agora sob risco de sanções coercitivas financeiras e eventual anulação definitiva dos votos computados.

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